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Morre Danilo Miranda, aos 80 anos

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A cultura começa a semana de luto. Internado desde o começo de outubro na capital paulista, Danilo Miranda morreu na noite de domingo 29 de outubro. A causa da morte ainda não foi divulgada. O velório do diretor regional do Serviço Social do Comércio no Estado de São Paulo (Sesc/SP) será aberto ao público, das 10h às 15h, no teatro do Sesc Pompeia (Rua Clélia, 93). Às 17h, em Itapecerica da Serra (SP), acontece a cremação, no Cemitério Horto da Paz.

Homem idoso com cavanhaque branco aparece posando de lado com a cidade de São Paulo ao fundo. Prédios aparecem e também uma piscina bem grande. Ele mostra um leve sorriso e usa terno preto e óculos de grau.
Danilo Miranda estava há quase 40 anos à frente do Sesc em São Paulo (imagem: Fernanda Procópio)

 

A morte foi anunciada no começo da madrugada nos perfis oficiais de Danilo Miranda e também do Sesc SP, através de comunicado de sua assessoria de imprensa. 

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“Neste momento de grande consternação para todos nós, em nome da Presidência, do Conselho Regional e do corpo de funcionários do Sesc SP, prestamos nossa solidariedade e sinceros sentimentos à família e aos amigos de Danilo, e nossa homenagem ao querido diretor e companheiro”, diz parte da nota.

Danilo Santos de Miranda nasceu em Campos dos Goytacazes (RJ), em abril de 1943. Especialista em ação cultural, era formado em filosofia e ciências sociais, tendo realizado estudos complementares na Pontifícia Universidade Católica e na Fundação Getulio Vargas, em São Paulo, e no Management Development Institute, em Lausanne, na Suíça. Paralelamente à sua atuação no Sesc, de onde era diretor regional desde 1984, ao longo dos últimos 20 anos participou do Conselho do Itaú Cultural e, mais recentemente, do Conselho da Fundação Itaú, além de ter sido conselheiro na Associação Pró-Dança e na Bienal de São Paulo, e de participar do programa Todos pela Educação, entre outros.  Foi presidente do Comitê Diretor do Fórum Cultural Mundial, em 2004, e presidente do Comissariado Brasileiro do Ano da França no Brasil, em 2009. 

 

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Homem idoso fala diante de um microfone em um palco escuro, onde se lê em neon, ao fundo, a palavra Inspirar. Ele usa terno marrom, com gravata vermelha, e óculos de grau.
Danilo Miranda foi homenageado na categoria Inspirar pela sua atuação à frente do Sesc/SP no Prêmio Milú Villela  Itaú Cultural 35 Anos (imagem: Marco Ankosqui/PolettiFilmes)

 

Um dos homenageados no Prêmio Milú Villela em novembro do ano passado, Danilo Miranda representou o verbo “inspirar”. Leia abaixo os perfis dos premiados na publicação. 

Saiba mais sobre o Prêmio Milú Villela – Itaú Cultural 35 Anos.

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Homem idoso de terno marrom e gravata vermelha está abraçado a mulher segurando um prêmio. Ambos sorriem. Ela tem os cabelos lisos em corte chanel.
Danilo Miranda recebeu o Prêmio Milú Villela  Itaú Cultural 35 Anos de Inês Bogéa, diretora da São Paulo Companhia de Dança (imagem: Marco Ankosqui/PolettiFilmes)

 

Os homenageados ganharam também uma série, Trajetórias, sobre sua vida e atuações no mundo da cultura. Todos os episódios estão disponíveis na Itaú Cultural Play.

 

No começo da pandemia de covid-19, em maio de 2020, o Itaú Cultural lançou a série Diálogos, em que o então diretor Eduardo Saron conversava com gestores, produtores e nomes da cultura. A estreia se deu com Danilo Miranda e pode ser vista na íntegra no vídeo abaixo.

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“Eu me despeço do maior ministro da Cultura que o Brasil nunca teve. A arte e a cultura transbordaram e continuarão transbordando por meio da beleza, da generosidade, da ética, da sabedoria, da entrega e do amor de Danilo Miranda”, disse Eduardo Saron, presidente da Fundação Itaú. “Meu mestre! Sempre que tínhamos a oportunidade de conversar, eu o chamava de mestre! Sua força e dedicação são fontes constantes de inspiração para mim. Você é amável, visionário e seu legado será eternamente lembrado.

 

Na Revista Observatório 34, publicada digitalmente em abril deste ano, Danilo Miranda assinou um artigo sobre a importância de aprimorar metodologias de mensuração e contabilização para saber o real impacto econômico da cultura no Brasil.

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“O entendimento e a geração de visibilidade para os diferentes ganhos trazidos pelas atividades culturais e criativas são decisivos para o seu desenvolvimento e, por conseguinte, para o desenvolvimento econômico brasileiro”, diz parte do artigo.

Leia aqui na íntegra.

 

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https://www.itaucultural.org.br/secoes/noticias/morre-danilo-miranda-aos-80-anos

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DAS BARRANCAS DO PACAÁS À VICE-PRESIDÊNCIA DA OSR; EXTRATIVISTASE DESTACA E GANHA ESPAÇO

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Nascido nos barrancos do majestoso Rio Pacaás Novos, no município de Guajará-Mirim, fronteira com a Bolívia, Ronaldo Ferreira Lins, o Lins, tem 52 anos de idade e é filho de Rômulo Lins, o Papacho, e Raimunda Ferreira Lins, pioneiros da região. Aos 14 anos mudou-se para Guajará-Mirim, mas nunca se afastou do berço natal matendo constante e permanente relação com aquela comunidade.
Serviu o,Exército Brasileiro no hoje 6° BIS tendo chegado à patente de 2° Sargento e em seguida indo para a reserva remunerada.
Sempre ligado às causas do povo extrativista, Lins iniciou uma luta heróica em favor daquele povo e com o objetivo de promover a igualdade social e econômica dos extrativistas, respeitando o meio ambiente e preservando nossa floresta. Dentre seus principios sempre esteve o de promover o bem estar social dos povos da floresta, através da 7valorização de seus produtos e da preservação ambiental.
A Assembleia Geral da Organização dos Seringueiros de Rondônia (OSR) também abriu espaço para emplacar novos nomes de extrativistas do município de Guajará-Mirim, graças aos esforços de Lins e seus companheiros, o que resultou com Ademir Melo de Souza, 1° Tesouseiro; Paulo da Silva Costa, 1• Conselheiro Fiscal; Maria Aparecida Gonçalves de Souza, Secretária da Mulher; Jorrana Rodrigues Pantoja, Secretária da Juventude; e José Avillaneda Amuntary, Secretário da Igualdade Racial.
Para o novo Vice-presidente da OSR, “É possível sim o homem viver em harmonia com a floresta, vivendo na floresta, da floresta e com a floresta”.

Fonte: Guajaráemfoco

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JAILTON DELOGO FALA QUE FILME HÁ SINAIS EMOCIONOU PORTO VELHO E REAFIRMOU A FORÇA DA INCLUSÃO.

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Estreou, no último dia 27 de novembro, no Espaço Taperi, em Porto Velho, o filme Há Sinais, uma produção que já nasce histórica por colocar as pessoas com deficiência no centro da criação, da narrativa e da execução. Com grande parte da equipe formada por profissionais com deficiência auditiva, o curta demonstra com força e sensibilidade, que a arte acessível é não só possível, mas necessária.

A narrativa conta a trajetória de Marcelo, um jovem com deficiência auditiva que enfrenta as dores universais da vida, perdas, dúvidas, amadurecimento, somadas aos desafios da comunicação e da falta de inclusão. Na adolescência, ele perde o pai, o que aprofunda suas dificuldades, mas não o impede de avançar. Com resiliência, Marcelo supera barreiras que muitas vezes a sociedade nem percebe, trazendo as telas uma verdade que toca e ensina.

Um dos grandes méritos do filme é sua construção inteiramente em Libras. A câmera valoriza os gestos, a expressividade facial e a comunicação corporal, elementos centrais da linguagem desse público. A obra transforma o visual em sentimento e aproxima a plateia da riqueza dessa forma de diálogo.

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Jailton ressalta que o filme transforma a linguagem visual, permitindo a compreensão, a profundidade da comunicação não verbal.

“Outro diferencial marcante é o cuidado em tornar a obra plenamente acessível também às pessoas com deficiência visual. Todas as cenas contam com recursos audiovisuais que descrevem ambientes, ações e emoções, garantindo que o filme seja compreendido em sua totalidade por quem depende da audiodescrição e inovam em um cenário onde o cinema raramente oferece oportunidades. Estão de parabéns o diretor Édio Wilians e o produtor Chicão Santos pela coragem e pelo compromisso com a inclusão.”, completou o Dr.

Vale lembrar que a produção gerou cerca de 43 empregos diretos e indiretos, abrindo espaços para profissionais com deficiência que raramente encontram portas abertas no mercado tradicional. Portanto, uma resposta contundente à falta de representatividade no cinema brasileiro.

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O Momento da Inclusão, quadro reconhecido por destacar ações que ampliam a visibilidade das pessoas com deficiência, deu espaço especial à estreia do filme, reforçando sua relevância cultural e social.

A estreia no Espaço Taperi, localizado na Rua Franklin Tavares, 1357, no bairro Olaria, foi apenas o começo. A equipe planeja levar Há Sinais para o interior do estado, com exibições previstas em Guajará-Mirim e nos distritos de Porto Velho.

Há Sinais nasce como obra cinematográfica e cresce como manifesto de igualdade. Um lembrete de que, quando a inclusão é real, a arte floresce, e todos ganham.

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Este filme chega como um recado poderoso, pois, quando a sociedade oferece espaço, o talento e humanidade aparecem. E a mensagem é clara, é possível vencer as dificuldades quando a acessibilidade deixa de ser exceção e passa a ser regra.

Se você deseja acompanhar ou saber mais sobre o tema “Pessoa com Deficiência”, basta acessar o perfil @jailtondelogo.

Fonte:Guajaraemfoco

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EXTRATIVISTAS MANTÊM TRADIÇÃO E ULTIMO CAFÉ DO ANO ACONTECE DIA 21

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O Movimento Extrativista de Guajará-Mirim, que luta por conquistas e manutenção das tradições deste povo que era antes chamados de Seringueiros, há anos mantém um evento criado para reunir o povo extrativista e seus descentes em um Café dos Extrativistas realizado de forma compartilhada e normalmente uma vez por mês e pontos da cidade e, às vezes, nas áreas rural ou ribeirinha.
Para fechar o ano de 2025, a Coordenação do evento definiu para o próximo dia 21 deste mês de dezembro e no Clube da PM.
O site Guajará Notícias, que normalmente cobre o evento, parabeniza os líderes do movimento e destaca as figuras de José Maria dos Santos, José Wilson Lima, o Boneco, ambos da velha geração, e José Avilhaneda Amontari, Angélica Santos e tantos outros da nova geração, que lutam contra todas as dificuldades e obstáculos, para manter viva a chama do amor do seu povo na defesa de seus territórios e manutenção das tradições que fazem parte importante da nossa história.

Fonte:Guajaraemfoco

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