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Técnico do Botafogo vê início de Carioca como pré-temporada e irá “rodar o elenco“
Em entrevista após a estreia com vitória do Botafogo sobre o Madureira, no Campeonato Carioca, Tiago Nunes evitou fazer avaliações mais profundas sobre a atuação do time.
Lembrando que o elenco se apresentou há 10 dias, o treinador colocou o início do Estadual como parte da pré-temporada e promete rodar o grupo nos próximos jogos.
“Qualquer avaliação que eu faça hoje vai ser um pouco superficial, está muito contaminada pela preparação inicial, pela parte física. Temos sete dias apenas de trabalho de campo, muitos jogadores ainda bem aquém na parte física. De forma geral, penso que conseguimos uma boa consistência até os 10, 15 minutos do segundo tempo, e depois disso houve uma queda natural para uma equipe sem ritmo, que está começando a adquirir uma identidade. As substituições foram pensando na parte física. Penso que temos uma margem de crescimento muito grande”, afirmou Tiago Nunes.
“Nesse início de temporada vou rodar muito o elenco, vou fazer bastante trocas, para o jogo contra o Bangu já vai ser praticamente outro time, porque a preparação continua. Estamos encarando esses primeiros jogos como parte da pré-temporada. O grupo está treinando agora (durante a entrevista coletiva), quem jogou menos está lá fazendo trabalho técnico, tático, físico, já pensando no jogo contra o Bangu”, completou o treinador.
Nesta primeira partida de 2024, Tiago Nunes manteve a formação com três zagueiros, mas o time apresentou novidades em relação ao fim de 2023. Não apenas pelas estreias de Lucas Halter, Alexander Barboza e Jeffinho – três dos seis reforços confirmados -, mas também pelos posicionamentos de Danilo Barbosa e Victor Sá e a titularidade de Hugo, por exemplo.
Tiago Nunes falou sobre como buscará utilizar atletas em funções não habituais – foi o caso de Victor Sá na ala direita nesta quarta -, ressaltando que é “preciso ter um olhar mais amplo para o jogador”.
“Eu tenho cuidado de respeitar a história do jogador. Mas ao mesmo tempo eu tenho um olhar para o futebol diferente do número da camisa. Olho mais para a característica e para a função que ele pode exercer pela característica que tem. Para mim, é um atleta de futebol e deveria saber jogar em mais de uma posição. Saber dominar a bola, ocupar diferentes espaços de campo”, avaliou Nunes.
“Tem sido uma lógica desde que eu cheguei aqui para que a gente tenha um olhar mais amplo para o jogador. Tem uma série de avaliações que estamos fazendo justamente para ver como eles reagem em posições diferentes. É um período de testes. De sistema, de jogadores que vão rodar em posições diferentes. Para que a gente possa projetar o ano. O que não vai mudar é que vai ser uma equipe competitiva e que vai tentar propor o jogo. Fazia um tempo que a gente não vencia, que não saía sem tomar gol. Faz parte da visão que a gente vai ter ao longo da temporada”, finalizou.
O Botafogo volta a campo pela segunda rodada da Taça Guanabara no sábado (20), às 16h, novamente no Estádio Nilton Santos. O adversário será o Bangu.
Além de Halter, Barboza e Jeffinho, que atuaram nesta quarta, o Botafogo vive a expectativa de ter os demais reforços em campo nas próximas rodadas. John já está integrado ao elenco, Savarino desembarcou no Rio nesta manhã e Wilson Manafá é aguardado na quinta (18).
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Este conteúdo foi criado originalmente em Itatiaia.
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DAS BARRANCAS DO PACAÁS À VICE-PRESIDÊNCIA DA OSR; EXTRATIVISTASE DESTACA E GANHA ESPAÇO
Nascido nos barrancos do majestoso Rio Pacaás Novos, no município de Guajará-Mirim, fronteira com a Bolívia, Ronaldo Ferreira Lins, o Lins, tem 52 anos de idade e é filho de Rômulo Lins, o Papacho, e Raimunda Ferreira Lins, pioneiros da região. Aos 14 anos mudou-se para Guajará-Mirim, mas nunca se afastou do berço natal matendo constante e permanente relação com aquela comunidade.
Serviu o,Exército Brasileiro no hoje 6° BIS tendo chegado à patente de 2° Sargento e em seguida indo para a reserva remunerada.
Sempre ligado às causas do povo extrativista, Lins iniciou uma luta heróica em favor daquele povo e com o objetivo de promover a igualdade social e econômica dos extrativistas, respeitando o meio ambiente e preservando nossa floresta. Dentre seus principios sempre esteve o de promover o bem estar social dos povos da floresta, através da 7valorização de seus produtos e da preservação ambiental.
A Assembleia Geral da Organização dos Seringueiros de Rondônia (OSR) também abriu espaço para emplacar novos nomes de extrativistas do município de Guajará-Mirim, graças aos esforços de Lins e seus companheiros, o que resultou com Ademir Melo de Souza, 1° Tesouseiro; Paulo da Silva Costa, 1• Conselheiro Fiscal; Maria Aparecida Gonçalves de Souza, Secretária da Mulher; Jorrana Rodrigues Pantoja, Secretária da Juventude; e José Avillaneda Amuntary, Secretário da Igualdade Racial.
Para o novo Vice-presidente da OSR, “É possível sim o homem viver em harmonia com a floresta, vivendo na floresta, da floresta e com a floresta”.
Fonte: Guajaráemfoco
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JAILTON DELOGO FALA QUE FILME HÁ SINAIS EMOCIONOU PORTO VELHO E REAFIRMOU A FORÇA DA INCLUSÃO.
Estreou, no último dia 27 de novembro, no Espaço Taperi, em Porto Velho, o filme Há Sinais, uma produção que já nasce histórica por colocar as pessoas com deficiência no centro da criação, da narrativa e da execução. Com grande parte da equipe formada por profissionais com deficiência auditiva, o curta demonstra com força e sensibilidade, que a arte acessível é não só possível, mas necessária.
A narrativa conta a trajetória de Marcelo, um jovem com deficiência auditiva que enfrenta as dores universais da vida, perdas, dúvidas, amadurecimento, somadas aos desafios da comunicação e da falta de inclusão. Na adolescência, ele perde o pai, o que aprofunda suas dificuldades, mas não o impede de avançar. Com resiliência, Marcelo supera barreiras que muitas vezes a sociedade nem percebe, trazendo as telas uma verdade que toca e ensina.
Um dos grandes méritos do filme é sua construção inteiramente em Libras. A câmera valoriza os gestos, a expressividade facial e a comunicação corporal, elementos centrais da linguagem desse público. A obra transforma o visual em sentimento e aproxima a plateia da riqueza dessa forma de diálogo.
Jailton ressalta que o filme transforma a linguagem visual, permitindo a compreensão, a profundidade da comunicação não verbal.
“Outro diferencial marcante é o cuidado em tornar a obra plenamente acessível também às pessoas com deficiência visual. Todas as cenas contam com recursos audiovisuais que descrevem ambientes, ações e emoções, garantindo que o filme seja compreendido em sua totalidade por quem depende da audiodescrição e inovam em um cenário onde o cinema raramente oferece oportunidades. Estão de parabéns o diretor Édio Wilians e o produtor Chicão Santos pela coragem e pelo compromisso com a inclusão.”, completou o Dr.
Vale lembrar que a produção gerou cerca de 43 empregos diretos e indiretos, abrindo espaços para profissionais com deficiência que raramente encontram portas abertas no mercado tradicional. Portanto, uma resposta contundente à falta de representatividade no cinema brasileiro.
O Momento da Inclusão, quadro reconhecido por destacar ações que ampliam a visibilidade das pessoas com deficiência, deu espaço especial à estreia do filme, reforçando sua relevância cultural e social.
A estreia no Espaço Taperi, localizado na Rua Franklin Tavares, 1357, no bairro Olaria, foi apenas o começo. A equipe planeja levar Há Sinais para o interior do estado, com exibições previstas em Guajará-Mirim e nos distritos de Porto Velho.
Há Sinais nasce como obra cinematográfica e cresce como manifesto de igualdade. Um lembrete de que, quando a inclusão é real, a arte floresce, e todos ganham.
Este filme chega como um recado poderoso, pois, quando a sociedade oferece espaço, o talento e humanidade aparecem. E a mensagem é clara, é possível vencer as dificuldades quando a acessibilidade deixa de ser exceção e passa a ser regra.
Se você deseja acompanhar ou saber mais sobre o tema “Pessoa com Deficiência”, basta acessar o perfil @jailtondelogo.
Fonte:Guajaraemfoco
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EXTRATIVISTAS MANTÊM TRADIÇÃO E ULTIMO CAFÉ DO ANO ACONTECE DIA 21
O Movimento Extrativista de Guajará-Mirim, que luta por conquistas e manutenção das tradições deste povo que era antes chamados de Seringueiros, há anos mantém um evento criado para reunir o povo extrativista e seus descentes em um Café dos Extrativistas realizado de forma compartilhada e normalmente uma vez por mês e pontos da cidade e, às vezes, nas áreas rural ou ribeirinha.
Para fechar o ano de 2025, a Coordenação do evento definiu para o próximo dia 21 deste mês de dezembro e no Clube da PM.
O site Guajará Notícias, que normalmente cobre o evento, parabeniza os líderes do movimento e destaca as figuras de José Maria dos Santos, José Wilson Lima, o Boneco, ambos da velha geração, e José Avilhaneda Amontari, Angélica Santos e tantos outros da nova geração, que lutam contra todas as dificuldades e obstáculos, para manter viva a chama do amor do seu povo na defesa de seus territórios e manutenção das tradições que fazem parte importante da nossa história.
Fonte:Guajaraemfoco
