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Quem é Ronnie Lessa, apontado como assassino de Marielle Franco
Ronnie Lessa é apontado como o assassino da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Ele é sargento reformado da Polícia Militar do Rio de Janeiro. Em março de 2019, um ano após o crime, os ex-policiais militares Élcio de Queiroz e Ronnie Lessa foram presos acusados de dirigir o veículo usado na noite do crime e efetuar os disparos contra as vítimas, respectivamente.
Lessa é suspeito de ter efetuado os treze disparos de uma submetralhadora HK MP5 contra o carro onde as vítimas se encontravam. Quatro anos após a morte de Marielle e Anderson, em 2023, a Polícia Militar do Rio de Janeiro expulsou da corporação o sargento reformado Ronnie Lessa.
Nas investigações, o Ministério Público do Rio levantou que Lessa tinha patrimônio incompatível com a renda de sargento PM e vivia uma vida de luxo, com imóveis e lanchas. As investigações mostram que Ronnie Lessa fez pesquisas sobre o CPF e endereço da vereadora Marielle Franco e sua filha Luyara Franco dois dias antes do crime. Essa pesquisa foi feita de um site privado de pesquisas de crédito.
Cronologia do crime
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O que aconteceu antes assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes
Crédito: Arte/CNN -

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O que aconteceu depois do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes
Crédito: Arte/CNN
Segundo a investigação, às 12h do dia 14 de março de 2018, por meio de aplicativo de mensagens, Ronnie convida Élcio Queiroz para sua residência, no condomínio Vivendas da Barra.
No local, Élcio avista Ronnie com uma bolsa. Em seguida, relata o delegado da PF, Guilhermo Catramby, ambos embarcam no Chevrolet Cobalt prata em direção à Casa das Pretas, no bairro da Lapa, onde Marielle participava de um evento com tema “Mulheres negras movendo estruturas”.
Ao chegar no local, Ronnie Lessa passou para o banco de trás, onde se equipou com as armas. Quando a vereadora deixa o evento em um carro dirigido pelo motorista Anderson Gomes e acompanhada de sua assessora Fernanda Chaves, “ambos seguiram, emparelharam e aí nós sabemos o que aconteceu”, disse Catramby.
Por volta das 21h, o carro de Marielle é alvejado com 13 tiros de uma submetralhadora HK MP5. Marielle foi atingida por quatro tiros na cabeça e Anderson, por três. Os dois morreram no local. Fernanda não foi atingida, mas ficou ferida pelos estilhaços.
Após cometerem o crime, ambos tomaram o acesso à Avenida Brasil e seguiram pela Linha Amarela até o Méier. Interfonaram para o irmão de Ronnie, Denis Lessa, entregaram-lhe a bolsa contendo os equipamentos utilizados no crime e pediram que Denis chamasse um táxi para ambos até a Barra da Tijuca. Na Barra, eles embarcam no carro de Ronnie, religaram seus celulares e seguiram para um bar.
Tentativa anterior de assassinar Marielle
Na delação premiada feita pelo ex-policial militar Élcio Queiroz, o ex-PM afirmou que Ronnie já havia feito uma tentativa frustrada de matar Marielle em 2017. Segundo a delação de Élcio, Ronnie havia dito a ele que estava monitorando Marielle Franco havia alguns meses, e que já havia tentado “chegar até esse alvo” em 2017, mas não havia conseguido.
Nessa tentativa frustrada, Élcio disse que Ronnie afirmou estar acompanhado de dois homens: Edmilson e Maxwell. Em julho de 2023, a Polícia Federal prendeu o ex-bombeiro Maxwell Simões Corrêa, conhecido como Suel, que teria ajudado a esconder armas de Ronnie Lessa.
Segundo Élcio, Ronnie disse a ele que a tentativa foi frustrada, pois Maxwell, que dirigia o carro naquele dia, disse que o veículo estava com problemas mecânicos. No entanto, Ronnie acreditava que Maxwell estava apenas hesitando em continuar.
Nesta tentativa, segundo a delação, Maxwell seria o motorista do carro, Ronnie estaria no banco do carona armado, e Edmilson Oliveira da Silva, de vulgo Macalé, no banco de trás, também armado.
De acordo com Élcio, Marielle já estava sendo monitorada por Ronnie desde os últimos meses de 2017, pelo menos. Ronnie ainda teria dito que, nessa tentativa frustrada, a vereadora estava em um táxi.
Outros crimes
A lista de crimes do ex-policial é extensa. Lessa também é acusado de tráfico internacional de armas, venda ilegal de armas, duplo homicídio (caso anterior ao assassinato de Marielle e Anderson), e de ter relações com esquemas de contravenção e com milicianos.
Em maio de 2022, Lessa foi alvo da Operação Calígula, do Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ), que investigou uma rede de jogos de azar.
Ronnie também foi acusado de tráfico de armas, a sentença foi dada em agosto de 2022, quando ele já cumpria prisão preventiva pelo assassinato de Marielle e Anderson. Ele foi condenado a cinco anos de por tentativa de tráfico internacional de armas.
O ex-policial foi acusado nesse caso após a Receita Federal apreender, em fevereiro de 2017, no Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, 16 “quebra-chamas” para fuzis AR-15 – esse equipamento permite reduzir o clarão provocado pelos disparos dos fuzis, geralmente utilizado por atiradores profissionais com o intuito de chamar menos atenção no momento em que atiram.
A encomenda dos equipamentos apreendidos estava endereçada a uma academia de ginástica, mas o endereço utilizado era o residencial de Lessa e sua esposa, Elaine Lessa. Ela foi absolvida de participação no crime.
Outro crime para lista do ex-policial é o de venda ilegal de armas. Ronnie Lessa foi condenado pela acusação de comércio de arma de fogo por conta de 117 peças de fuzis apreendidas no dia de sua prisão, em 2019. A pena foi estabelecida em 13 anos e 6 meses de prisão.
Lessa também é acusado de um duplo homicídio que aconteceu em junho de 2014, na Zona Oeste da capital fluminense. Na ocasião, ele teria assassinado o ex-policial André Henrique da Silva Souza, conhecido como André “Zóio”, e a namorada dele, Julia
na Sales de Oliveira.
André “Zóio” estaria ameaçando a liderança do ex-vereador do Rio de Janeiro Cristiano Girão, apontado como mandante do crime, na milícia atuante na Gardênia Azul, bairro da Zona Oeste do Rio.
De acordo com uma testemunha do crime ouvida nos autos, no dia 14 de junho de 2014, um carro fechou o veículo onde estavam as vítimas. Lessa desceu do automóvel, caminhou em direção aos alvos e atirou contra o casal. Ele estava acompanhado de um homem encapuzado que efetuou mais disparos.
(Publicado por Duda Cambraia)
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DAS BARRANCAS DO PACAÁS À VICE-PRESIDÊNCIA DA OSR; EXTRATIVISTASE DESTACA E GANHA ESPAÇO
Nascido nos barrancos do majestoso Rio Pacaás Novos, no município de Guajará-Mirim, fronteira com a Bolívia, Ronaldo Ferreira Lins, o Lins, tem 52 anos de idade e é filho de Rômulo Lins, o Papacho, e Raimunda Ferreira Lins, pioneiros da região. Aos 14 anos mudou-se para Guajará-Mirim, mas nunca se afastou do berço natal matendo constante e permanente relação com aquela comunidade.
Serviu o,Exército Brasileiro no hoje 6° BIS tendo chegado à patente de 2° Sargento e em seguida indo para a reserva remunerada.
Sempre ligado às causas do povo extrativista, Lins iniciou uma luta heróica em favor daquele povo e com o objetivo de promover a igualdade social e econômica dos extrativistas, respeitando o meio ambiente e preservando nossa floresta. Dentre seus principios sempre esteve o de promover o bem estar social dos povos da floresta, através da 7valorização de seus produtos e da preservação ambiental.
A Assembleia Geral da Organização dos Seringueiros de Rondônia (OSR) também abriu espaço para emplacar novos nomes de extrativistas do município de Guajará-Mirim, graças aos esforços de Lins e seus companheiros, o que resultou com Ademir Melo de Souza, 1° Tesouseiro; Paulo da Silva Costa, 1• Conselheiro Fiscal; Maria Aparecida Gonçalves de Souza, Secretária da Mulher; Jorrana Rodrigues Pantoja, Secretária da Juventude; e José Avillaneda Amuntary, Secretário da Igualdade Racial.
Para o novo Vice-presidente da OSR, “É possível sim o homem viver em harmonia com a floresta, vivendo na floresta, da floresta e com a floresta”.
Fonte: Guajaráemfoco
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JAILTON DELOGO FALA QUE FILME HÁ SINAIS EMOCIONOU PORTO VELHO E REAFIRMOU A FORÇA DA INCLUSÃO.
Estreou, no último dia 27 de novembro, no Espaço Taperi, em Porto Velho, o filme Há Sinais, uma produção que já nasce histórica por colocar as pessoas com deficiência no centro da criação, da narrativa e da execução. Com grande parte da equipe formada por profissionais com deficiência auditiva, o curta demonstra com força e sensibilidade, que a arte acessível é não só possível, mas necessária.
A narrativa conta a trajetória de Marcelo, um jovem com deficiência auditiva que enfrenta as dores universais da vida, perdas, dúvidas, amadurecimento, somadas aos desafios da comunicação e da falta de inclusão. Na adolescência, ele perde o pai, o que aprofunda suas dificuldades, mas não o impede de avançar. Com resiliência, Marcelo supera barreiras que muitas vezes a sociedade nem percebe, trazendo as telas uma verdade que toca e ensina.
Um dos grandes méritos do filme é sua construção inteiramente em Libras. A câmera valoriza os gestos, a expressividade facial e a comunicação corporal, elementos centrais da linguagem desse público. A obra transforma o visual em sentimento e aproxima a plateia da riqueza dessa forma de diálogo.
Jailton ressalta que o filme transforma a linguagem visual, permitindo a compreensão, a profundidade da comunicação não verbal.
“Outro diferencial marcante é o cuidado em tornar a obra plenamente acessível também às pessoas com deficiência visual. Todas as cenas contam com recursos audiovisuais que descrevem ambientes, ações e emoções, garantindo que o filme seja compreendido em sua totalidade por quem depende da audiodescrição e inovam em um cenário onde o cinema raramente oferece oportunidades. Estão de parabéns o diretor Édio Wilians e o produtor Chicão Santos pela coragem e pelo compromisso com a inclusão.”, completou o Dr.
Vale lembrar que a produção gerou cerca de 43 empregos diretos e indiretos, abrindo espaços para profissionais com deficiência que raramente encontram portas abertas no mercado tradicional. Portanto, uma resposta contundente à falta de representatividade no cinema brasileiro.
O Momento da Inclusão, quadro reconhecido por destacar ações que ampliam a visibilidade das pessoas com deficiência, deu espaço especial à estreia do filme, reforçando sua relevância cultural e social.
A estreia no Espaço Taperi, localizado na Rua Franklin Tavares, 1357, no bairro Olaria, foi apenas o começo. A equipe planeja levar Há Sinais para o interior do estado, com exibições previstas em Guajará-Mirim e nos distritos de Porto Velho.
Há Sinais nasce como obra cinematográfica e cresce como manifesto de igualdade. Um lembrete de que, quando a inclusão é real, a arte floresce, e todos ganham.
Este filme chega como um recado poderoso, pois, quando a sociedade oferece espaço, o talento e humanidade aparecem. E a mensagem é clara, é possível vencer as dificuldades quando a acessibilidade deixa de ser exceção e passa a ser regra.
Se você deseja acompanhar ou saber mais sobre o tema “Pessoa com Deficiência”, basta acessar o perfil @jailtondelogo.
Fonte:Guajaraemfoco
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EXTRATIVISTAS MANTÊM TRADIÇÃO E ULTIMO CAFÉ DO ANO ACONTECE DIA 21
O Movimento Extrativista de Guajará-Mirim, que luta por conquistas e manutenção das tradições deste povo que era antes chamados de Seringueiros, há anos mantém um evento criado para reunir o povo extrativista e seus descentes em um Café dos Extrativistas realizado de forma compartilhada e normalmente uma vez por mês e pontos da cidade e, às vezes, nas áreas rural ou ribeirinha.
Para fechar o ano de 2025, a Coordenação do evento definiu para o próximo dia 21 deste mês de dezembro e no Clube da PM.
O site Guajará Notícias, que normalmente cobre o evento, parabeniza os líderes do movimento e destaca as figuras de José Maria dos Santos, José Wilson Lima, o Boneco, ambos da velha geração, e José Avilhaneda Amontari, Angélica Santos e tantos outros da nova geração, que lutam contra todas as dificuldades e obstáculos, para manter viva a chama do amor do seu povo na defesa de seus territórios e manutenção das tradições que fazem parte importante da nossa história.
Fonte:Guajaraemfoco
