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Ajax confirma John van‘t Schip como técnico interino até o fim da temporada
Uma semana depois de demitir Maurice Steijn, o Ajax decidiu quem será responsável por salvar alguma coisa desta temporada (ou evitar um total desastre). John van’t Schip, ex-jogador dos anos 1980 e assistente de Marco van Basten tanto no clube quanto na seleção holandesa, estava negociando para um cargo diretivo e topou o desafio de ser o treinador interino até 2023/24.
Van’t Schip assinou contrato com o Ajax até junho de 2025 e, segundo o clube, passará à gestão técnica a partir de 1º de julho de 2024, provavelmente depois da contratação de um treinador permanente para um projeto de médio ou longo prazo. Porque a urgência agora é tentar ganhar pelo menos um jogo, depois de cinco derrotas consecutivas pela Eredivise e sete rodadas sem vitória.
Em seguida, sair da lanterna e depois da zona de rebaixamento, o que, pela qualidade do elenco, pode ser alcançado com uma melhora mínima de organização, concentração e confiança. Aproximar-se do pelotão de frente, que já está a 20 pontos de distância, exigiria um trabalho mais especial, que não é tão presente no currículo de Van’t Schip. Como tem dois jogos a menos, e o quinto lugar está 10 pontos à frente, brigar por Liga Europa ou Conference League parece plausível.
O ex-jogador chegou às categorias de base do Ajax em 2002 depois de treinar o Twente. Tornou-se assistente de Van Basten na Holanda e na breve passagem do lendário atacante pelo clube de Amsterdã, em 2008/09. Comandou uma partida como interino em maio de 2009, depois da saída de Van Basten, uma vitória por 1 a 0 sobre o Twente, antes de começar a sua carreira solo.
Seu primeiro trabalho foi dar o pontapé inicial do projeto do Melbourne Heart, fundado em 2009. Conseguiu levá-lo ao mata-mata da A-League em 2011/12, com o sexto lugar na primeira fase. Foi indicado por Johan Cruyff, na época assessor dos mexicanos, para comandar o Chivas em 2012/13. Uma experiência breve e mal sucedida que levou o dono Jorge Vergara a dizer que foi um “equívoco permitir que Cruyff mexesse na comissão técnica” e que os dois “não eram pessoas corretas nem capazes para gerir o clube, destruíram o vestiário”.
Van’t Schip retornou ao Melbourne Heart, agora rebatizado de Melbourne City após ser adquirido pelo mesmo grupo que administra o Manchester City e outros clubes ao redor do mundo, e conquistou o único título da sua carreira na Copa da Austrália de 2016. Conseguiu um bravo nono lugar na Eredivisie com o PEC Zwolle e comandou a Grécia entre 2019 e 2021.
Chegou na metade final da campanha por vaga na Euro 2020 e não conseguiu resgatá-la, com direito a um empate em casa contra Liechtenstein. Não subiu na Liga das Nações e comandou a tentativa grega de classificação à Copa do Mundo do Catar que terminou em terceiro lugar, a cinco pontos da Suécia e de uma vaga na repescagem.
– John é um verdadeiro homem do Ajax, que tem muita experiência nacional e internacional, em campo e perto dele. Para nós, é a pessoa certa para dar uma guinada positiva em nossos desempenhos. Primeiro, como técnico do time principal. Para o longo prazo, vemos um papel técnico diferente para ele – explicou o CEO, John van Halst.
“O Ajax é o meu clube”
Van’t Schip afirmou em entrevista à ESPN holandesa que sua primeira missão é fornecer clareza nos treinamentos e nas discussões para os jogadores do Ajax. Acha possível perseguir o quinto lugar e disse que já conversou com Louis van Gaal, contratado como assessor do clube. O retorno à sua velha casa chega no momento em que lida com um profundo drama pessoal: a morte da esposa Daniëlle, em 10 de outubro, de câncer. “Lá de cima ela também aceitou”, disse, à ESPN.
Em outra conversa, com a Voetball International, afirmou que estava conversando com ela sobre o interesse inicial do Ajax para voltar como diretor: “Foi ela quem disse: ‘John, são momentos e oportunidades que você deve aproveitar. É bom para você poder se entregar totalmente nesse processo. Porque senão você ficará em casa. Isso vai te deixar melhor?’”.
O outro motivo que o levou a aceitar o desafio, claro, é o seu amor pelo Ajax.
– Eu estava em discussões para outro cargo, mas semana passada fui seriamente convidado para me tornar treinador principal. Estive na Grécia, com meu filho e minha filha, para me recuperar de todos os problemas. Recebi uma ligação de Van Halst, depois da partida contra o Utrecht (derrota por 4 x 3 em 22 de outubro). O Ajax é o meu clube. O Ajax me tornou grande. Devo muito a este clube. Dói vê-lo nesta situação. Eu posso falar qualquer tipo de coisa, mas tenho a oportunidade de intervir e realmente ajudar – completou.
https://trivela.com.br/holanda/john-vant-schip-tecnico-interino-ajax/
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DAS BARRANCAS DO PACAÁS À VICE-PRESIDÊNCIA DA OSR; EXTRATIVISTASE DESTACA E GANHA ESPAÇO
Nascido nos barrancos do majestoso Rio Pacaás Novos, no município de Guajará-Mirim, fronteira com a Bolívia, Ronaldo Ferreira Lins, o Lins, tem 52 anos de idade e é filho de Rômulo Lins, o Papacho, e Raimunda Ferreira Lins, pioneiros da região. Aos 14 anos mudou-se para Guajará-Mirim, mas nunca se afastou do berço natal matendo constante e permanente relação com aquela comunidade.
Serviu o,Exército Brasileiro no hoje 6° BIS tendo chegado à patente de 2° Sargento e em seguida indo para a reserva remunerada.
Sempre ligado às causas do povo extrativista, Lins iniciou uma luta heróica em favor daquele povo e com o objetivo de promover a igualdade social e econômica dos extrativistas, respeitando o meio ambiente e preservando nossa floresta. Dentre seus principios sempre esteve o de promover o bem estar social dos povos da floresta, através da 7valorização de seus produtos e da preservação ambiental.
A Assembleia Geral da Organização dos Seringueiros de Rondônia (OSR) também abriu espaço para emplacar novos nomes de extrativistas do município de Guajará-Mirim, graças aos esforços de Lins e seus companheiros, o que resultou com Ademir Melo de Souza, 1° Tesouseiro; Paulo da Silva Costa, 1• Conselheiro Fiscal; Maria Aparecida Gonçalves de Souza, Secretária da Mulher; Jorrana Rodrigues Pantoja, Secretária da Juventude; e José Avillaneda Amuntary, Secretário da Igualdade Racial.
Para o novo Vice-presidente da OSR, “É possível sim o homem viver em harmonia com a floresta, vivendo na floresta, da floresta e com a floresta”.
Fonte: Guajaráemfoco
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JAILTON DELOGO FALA QUE FILME HÁ SINAIS EMOCIONOU PORTO VELHO E REAFIRMOU A FORÇA DA INCLUSÃO.
Estreou, no último dia 27 de novembro, no Espaço Taperi, em Porto Velho, o filme Há Sinais, uma produção que já nasce histórica por colocar as pessoas com deficiência no centro da criação, da narrativa e da execução. Com grande parte da equipe formada por profissionais com deficiência auditiva, o curta demonstra com força e sensibilidade, que a arte acessível é não só possível, mas necessária.
A narrativa conta a trajetória de Marcelo, um jovem com deficiência auditiva que enfrenta as dores universais da vida, perdas, dúvidas, amadurecimento, somadas aos desafios da comunicação e da falta de inclusão. Na adolescência, ele perde o pai, o que aprofunda suas dificuldades, mas não o impede de avançar. Com resiliência, Marcelo supera barreiras que muitas vezes a sociedade nem percebe, trazendo as telas uma verdade que toca e ensina.
Um dos grandes méritos do filme é sua construção inteiramente em Libras. A câmera valoriza os gestos, a expressividade facial e a comunicação corporal, elementos centrais da linguagem desse público. A obra transforma o visual em sentimento e aproxima a plateia da riqueza dessa forma de diálogo.
Jailton ressalta que o filme transforma a linguagem visual, permitindo a compreensão, a profundidade da comunicação não verbal.
“Outro diferencial marcante é o cuidado em tornar a obra plenamente acessível também às pessoas com deficiência visual. Todas as cenas contam com recursos audiovisuais que descrevem ambientes, ações e emoções, garantindo que o filme seja compreendido em sua totalidade por quem depende da audiodescrição e inovam em um cenário onde o cinema raramente oferece oportunidades. Estão de parabéns o diretor Édio Wilians e o produtor Chicão Santos pela coragem e pelo compromisso com a inclusão.”, completou o Dr.
Vale lembrar que a produção gerou cerca de 43 empregos diretos e indiretos, abrindo espaços para profissionais com deficiência que raramente encontram portas abertas no mercado tradicional. Portanto, uma resposta contundente à falta de representatividade no cinema brasileiro.
O Momento da Inclusão, quadro reconhecido por destacar ações que ampliam a visibilidade das pessoas com deficiência, deu espaço especial à estreia do filme, reforçando sua relevância cultural e social.
A estreia no Espaço Taperi, localizado na Rua Franklin Tavares, 1357, no bairro Olaria, foi apenas o começo. A equipe planeja levar Há Sinais para o interior do estado, com exibições previstas em Guajará-Mirim e nos distritos de Porto Velho.
Há Sinais nasce como obra cinematográfica e cresce como manifesto de igualdade. Um lembrete de que, quando a inclusão é real, a arte floresce, e todos ganham.
Este filme chega como um recado poderoso, pois, quando a sociedade oferece espaço, o talento e humanidade aparecem. E a mensagem é clara, é possível vencer as dificuldades quando a acessibilidade deixa de ser exceção e passa a ser regra.
Se você deseja acompanhar ou saber mais sobre o tema “Pessoa com Deficiência”, basta acessar o perfil @jailtondelogo.
Fonte:Guajaraemfoco
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EXTRATIVISTAS MANTÊM TRADIÇÃO E ULTIMO CAFÉ DO ANO ACONTECE DIA 21
O Movimento Extrativista de Guajará-Mirim, que luta por conquistas e manutenção das tradições deste povo que era antes chamados de Seringueiros, há anos mantém um evento criado para reunir o povo extrativista e seus descentes em um Café dos Extrativistas realizado de forma compartilhada e normalmente uma vez por mês e pontos da cidade e, às vezes, nas áreas rural ou ribeirinha.
Para fechar o ano de 2025, a Coordenação do evento definiu para o próximo dia 21 deste mês de dezembro e no Clube da PM.
O site Guajará Notícias, que normalmente cobre o evento, parabeniza os líderes do movimento e destaca as figuras de José Maria dos Santos, José Wilson Lima, o Boneco, ambos da velha geração, e José Avilhaneda Amontari, Angélica Santos e tantos outros da nova geração, que lutam contra todas as dificuldades e obstáculos, para manter viva a chama do amor do seu povo na defesa de seus territórios e manutenção das tradições que fazem parte importante da nossa história.
Fonte:Guajaraemfoco
