NO VERMELHO – A CAPITAL CORRE RISCO DE NOVO LOCKDOWN APÓS ALTA DE 107% DE NOVOS CASOS DE COVID-19. VEJA!

Parâmetro de aumento equivale a primeira e última semana de outubro, conforme Sesau. Dados foram divulgados em entrevista coletiva nesta sexta-feira (6) pelo secretário Fernando Máximo.

Um levantamento da Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) revelou aumento de 107% nos casos registrados do novo coronavírus em Porto Velho. O dado equivale a primeira e a última semana do mês de outubro. O parâmetro dos registros da Covid-19 na capital foi repassado nesta sexta-feira (6) pelo titular da Sesau, Fernando Máximo, em entrevista coletiva.

Segundo Fernando Máximo, muita gente está relaxando com os cuidados sanitários e isso pode levar a uma segunda onda da Covid-19, o que ninguém tem noção de como seria.

“Na análise que nós fizemos, na primeira semana de outubro, do dia 4 ao dia 10, em Porto Velho, que é o município que mais pesa no aumento do número de casos, nós tivemos 351 casos confirmados, casos novos. Na última semana de outubro, esse número subiu para 729 casos. Ou seja, no número de casos novos, nós tivemos um aumento de 107% em Porto Velho. No interior não teve esse aumento”. disse o chefe da pasta da saúde a jornalistas.

“Nós devemos todos continuar usando máscaras, evitando as aglomerações, passando álcool em gel, lavando as mãos com água e sabão, pois a pandemia não acabou. Infelizmente muitas pessoas não conseguiram entender isso. Nós não queremos uma segunda onda em Rondônia”, reforçou o secretário.

O secretário também declarou que as internações estão aumentando. Na última quinta-feira (5), por exemplo, houve 14 internações no hospital de campanha, conforme a Sesau.

“Já fazia meses que nós não tínhamos esse número grande de internações. Claro que um dia pontualmente não dá para se ter uma análise mais concreta, mas a gente sabe que, se aumenta o número de casos, daqui alguns dias vão aumentar o número de internados e mais alguns dias, de mortos”, explicou Máximo.

O coordenador do CIEVS, Kerry Alesson, também participou da coletiva. Ele foi questionado pelos jornalistas sobre a mudança na forma de apresentar o boletim diário de casos, deixando de dar os números de confirmações e óbitos por municípios.

“Nesse boletim diário, nós começamos a colocar análises estatísticas. Nessas análises, o princípio é apresentar o crescimento que está sendo analisado para verificar as fases de restrição. E a gente faz o comparativo com a identificação média de sete dias e compara com a média das últimas sete semanas anteriores e a gente apresenta o fator de crescimento”, detalhou o coordenador.

Fonte: G1

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