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Em sua 6ª temporada, Delegado de Polícia conquista popularidade e a reverência de 2 municípios de Rondônia

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Em sua 6ª temporada, Delegado de Polícia conquistou popularidade e a reverência de 2 municípios de Rondônia
O Estado que já teve nomes fortes como Thiago Flores e Rodrigo Camargo (hoje, parlamentares) aos cargos de Delegados de Polícia com notoriedade em todo o país, se rende a mais um braço-de-ferro pop star. Doutor Rogério P. dos Santos, 43a, comandante de dois municípios do interior, na fronteira com a Bolívia a 365 km de Porto Velho.
Rogério Pereira dos Santos, portovelhense, formado em Direito pelo Centro Universitário São Lucas de Porto Velho em 2018, tem 43 anos de idade e 17 atuando na justiça do Estado. Está na sua sexta temporada como delegado regional dos municípios de Guajará-Mirim e Nova Mamoré. Doutor Rogério assumiu o Comando de Polícia Civil em substituição a Hoffman Matos da Conceição que deixou o cargo em julho de 2018.
De 2018 para cá foram muitas batalhas, visto que Guajará-Mirim e Nova Mamoré são municípios que fazem fronteira com a Bolívia, de onde provém uma imensa quantidade de entorpecentes no Brasil. Além disso, o país vizinho serve como escoamento de veículos e outros produtos furtados em território brasileiro. Dr Rogério se divide entre as duas delegacias, que ainda apresentam um pequeno corporativo de profissionais de investigação, o que o leva a critérios bem mais criativos que parodicamente técnicos para a elucidação dos problemas.
Mesmo assim, o delegado que é de origem rondoniense acha tempo para participar de palestras, parcerias com entidades sociais que se preocupam com causas populares, e ainda frequenta academia regularmente no município de Guajará-Mirim. O agente se utiliza de uma linguagem simples e clara em suas entrevistas o que o deixa mais próximo da população e de seus anseios.
O fato é que Doutor Rogério não só conquistou a admiração e o respeito como ajudou a diminuir a criminalidade nessa região. Furtos e infrações corriqueiras comuns de cidades do interior tiveram uma diminuição considerável e muitos roubos de veículos foram solucionados em menos de 24 horas.
Parabéns Dr Rogério Pereira pelo dinamismo, pela persistência, pelo caráter e pela permanência entre nós, muito obrigado.

Fonte:Guajara em Foco

Editor:Francisco Eurimar

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DAS BARRANCAS DO PACAÁS À VICE-PRESIDÊNCIA DA OSR; EXTRATIVISTASE DESTACA E GANHA ESPAÇO

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Nascido nos barrancos do majestoso Rio Pacaás Novos, no município de Guajará-Mirim, fronteira com a Bolívia, Ronaldo Ferreira Lins, o Lins, tem 52 anos de idade e é filho de Rômulo Lins, o Papacho, e Raimunda Ferreira Lins, pioneiros da região. Aos 14 anos mudou-se para Guajará-Mirim, mas nunca se afastou do berço natal matendo constante e permanente relação com aquela comunidade.
Serviu o,Exército Brasileiro no hoje 6° BIS tendo chegado à patente de 2° Sargento e em seguida indo para a reserva remunerada.
Sempre ligado às causas do povo extrativista, Lins iniciou uma luta heróica em favor daquele povo e com o objetivo de promover a igualdade social e econômica dos extrativistas, respeitando o meio ambiente e preservando nossa floresta. Dentre seus principios sempre esteve o de promover o bem estar social dos povos da floresta, através da 7valorização de seus produtos e da preservação ambiental.
A Assembleia Geral da Organização dos Seringueiros de Rondônia (OSR) também abriu espaço para emplacar novos nomes de extrativistas do município de Guajará-Mirim, graças aos esforços de Lins e seus companheiros, o que resultou com Ademir Melo de Souza, 1° Tesouseiro; Paulo da Silva Costa, 1• Conselheiro Fiscal; Maria Aparecida Gonçalves de Souza, Secretária da Mulher; Jorrana Rodrigues Pantoja, Secretária da Juventude; e José Avillaneda Amuntary, Secretário da Igualdade Racial.
Para o novo Vice-presidente da OSR, “É possível sim o homem viver em harmonia com a floresta, vivendo na floresta, da floresta e com a floresta”.

Fonte: Guajaráemfoco

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JAILTON DELOGO FALA QUE FILME HÁ SINAIS EMOCIONOU PORTO VELHO E REAFIRMOU A FORÇA DA INCLUSÃO.

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Estreou, no último dia 27 de novembro, no Espaço Taperi, em Porto Velho, o filme Há Sinais, uma produção que já nasce histórica por colocar as pessoas com deficiência no centro da criação, da narrativa e da execução. Com grande parte da equipe formada por profissionais com deficiência auditiva, o curta demonstra com força e sensibilidade, que a arte acessível é não só possível, mas necessária.

A narrativa conta a trajetória de Marcelo, um jovem com deficiência auditiva que enfrenta as dores universais da vida, perdas, dúvidas, amadurecimento, somadas aos desafios da comunicação e da falta de inclusão. Na adolescência, ele perde o pai, o que aprofunda suas dificuldades, mas não o impede de avançar. Com resiliência, Marcelo supera barreiras que muitas vezes a sociedade nem percebe, trazendo as telas uma verdade que toca e ensina.

Um dos grandes méritos do filme é sua construção inteiramente em Libras. A câmera valoriza os gestos, a expressividade facial e a comunicação corporal, elementos centrais da linguagem desse público. A obra transforma o visual em sentimento e aproxima a plateia da riqueza dessa forma de diálogo.

Jailton ressalta que o filme transforma a linguagem visual, permitindo a compreensão, a profundidade da comunicação não verbal.

“Outro diferencial marcante é o cuidado em tornar a obra plenamente acessível também às pessoas com deficiência visual. Todas as cenas contam com recursos audiovisuais que descrevem ambientes, ações e emoções, garantindo que o filme seja compreendido em sua totalidade por quem depende da audiodescrição e inovam em um cenário onde o cinema raramente oferece oportunidades. Estão de parabéns o diretor Édio Wilians e o produtor Chicão Santos pela coragem e pelo compromisso com a inclusão.”, completou o Dr.

Vale lembrar que a produção gerou cerca de 43 empregos diretos e indiretos, abrindo espaços para profissionais com deficiência que raramente encontram portas abertas no mercado tradicional. Portanto, uma resposta contundente à falta de representatividade no cinema brasileiro.

O Momento da Inclusão, quadro reconhecido por destacar ações que ampliam a visibilidade das pessoas com deficiência, deu espaço especial à estreia do filme, reforçando sua relevância cultural e social.

A estreia no Espaço Taperi, localizado na Rua Franklin Tavares, 1357, no bairro Olaria, foi apenas o começo. A equipe planeja levar Há Sinais para o interior do estado, com exibições previstas em Guajará-Mirim e nos distritos de Porto Velho.

Há Sinais nasce como obra cinematográfica e cresce como manifesto de igualdade. Um lembrete de que, quando a inclusão é real, a arte floresce, e todos ganham.

Este filme chega como um recado poderoso, pois, quando a sociedade oferece espaço, o talento e humanidade aparecem. E a mensagem é clara, é possível vencer as dificuldades quando a acessibilidade deixa de ser exceção e passa a ser regra.

Se você deseja acompanhar ou saber mais sobre o tema “Pessoa com Deficiência”, basta acessar o perfil @jailtondelogo.

Fonte:Guajaraemfoco

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EXTRATIVISTAS MANTÊM TRADIÇÃO E ULTIMO CAFÉ DO ANO ACONTECE DIA 21

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O Movimento Extrativista de Guajará-Mirim, que luta por conquistas e manutenção das tradições deste povo que era antes chamados de Seringueiros, há anos mantém um evento criado para reunir o povo extrativista e seus descentes em um Café dos Extrativistas realizado de forma compartilhada e normalmente uma vez por mês e pontos da cidade e, às vezes, nas áreas rural ou ribeirinha.
Para fechar o ano de 2025, a Coordenação do evento definiu para o próximo dia 21 deste mês de dezembro e no Clube da PM.
O site Guajará Notícias, que normalmente cobre o evento, parabeniza os líderes do movimento e destaca as figuras de José Maria dos Santos, José Wilson Lima, o Boneco, ambos da velha geração, e José Avilhaneda Amontari, Angélica Santos e tantos outros da nova geração, que lutam contra todas as dificuldades e obstáculos, para manter viva a chama do amor do seu povo na defesa de seus territórios e manutenção das tradições que fazem parte importante da nossa história.

Fonte:Guajaraemfoco

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