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Dr. Wenceslau: uma história, um médico e um sonho.
Dr. Wenceslau: uma história, um médico e um sonho.Por Hilde’s Furtado 05/09/2022 – 01:06 hsDr. Wenceslau: uma história, um médico e um sonho.Aqui em Porto-Velho, quando estávamos no aniversário de familiares tivemos a oportunidade de conversar com o Dr. Wenceslau sobre suas pretensões políticas e seu plano para nossa tão amada Guajará. Dessa conversa nasce essa matéria. Porque nossa família tem um grande amor por Guajará-Mirim, pois foi a cidade que nos acolheu. E nos sentimos incumbidos nessa luta por uma Guajará melhor, acreditamos na União de todas as gerações que estão em Guajará-Mirim para que possamos iniciar uma grande mudança.Dr.Wenceslau Ruiz Linhares Neto nasceu em 14 de Junho de 1975 em Guajará-Mirim (RO); filho de Wenceslau Ruiz Juarez, nascido no Iata que por muito tempo trabalhou como “marreteiro” vendendo banana, peixe e ainda trabalhou na estrada de Ferro com a “marretagem”. Foi extrativista no seringal do Abunã até o Rio Guaporé. E filho de Eunice Maria dos Santos que se dedicava a cuidar dos filhos e do marido. Era costureira e tinham uma venda que chamavam de Quiosque. E dessa forma lutaram para dar uma vida melhor para os filhos.Dr.Wenceslau estudou na Escola Almirante Tamandaré, Paulo Saldanha e Rocha Leal. Após terminar o ensino Médio decidiu estudar Medicina e num ato de Fé pediu para Deus esclarecer se era essa carreira que queria seguir. Ao ser levado numa consulta por sua mãe ao médico, ainda muito criança, a paixão por Medicina floresceu em seu coração. Porque o intuito ao cursar Medicina era ajudar as pessoas. No entanto, seus pais não tinham condições de custear seus estudos na área escolhida. Após muitos conselhos e decisões seu pai decidiu ligar para parentes em Maceió foi quando Dr.Wenceslau com muito sacrifício conseguiu fazer o cursinho. Entre tantas dificuldades teve a oportunidade de desistir, mas não o fez porque seu sonho era maior e sua vontade de vencer era uma constante em sua caminhada. O resultado foi o esperando: passou no vestibular na Universidade Federal de Maceió (1993-1999). Após concluir seu curso de Medicina especializou-se em Cirurgia Geral (2001-2004). É casado há 24 anos com Lidiane de Almeida Santos Ruiz. Dessa união nasce três filhos.Dr.Wenceslau diz no determinado tempo da conversa que lia muitos jornais e via que com a política podia ajudar as pessoas já que a Medicina fazia o mesmo sendo de outra forma. Quando retorna para Guajará viu que muitas coisas não aconteciam por causa da política. E encontrou nas ações sociais usando sua profissão de Médico uma forma de poder ajudar a população carente.No determinado momento eu pergunto o que ele quer para Guajará? E ele responde que a política é a única forma de mudar em prol do povo. Mas que sabe que é preciso pagar um alto preço. E ele continua dizendo: “Um Deputado Federal exerce poder político e tem emendas para mudar a situação atual de Guajará. É preciso representatividade política pautada na busca de apoio nos Ministérios usando a influência de um Deputado Federal e a partir daí, ter um alinhamento com o Município e estender essa representatividade para todos os municípios de Rondônia e atender não somente Guajará, mas todos os Municípios carentes”.Wenceslau persiste neste sonho político para poder ser um agente transformador como o mesmo diz “através da representatividade”. Isso me faz lembrar o que Arianna Huffington diz: “Coragem é como um músculo. Eu sei por experiência própria que quanto mais eu exercito, mais natural fica para eu não deixar meus medos me vencerem.” Ele tem um sonho e coragem e ele tem exercitado isso por muitos anos até o momento que decidiu sair Deputado Federal por Guajará-Mirim (RO), seus medos não puderam vencê-lo quando decidiu ir para Maceió lutar por um sonho e com certeza esse tempo em que vivemos que é de decisão Dr.Wenceslau está exercitando seus músculos para que nessa luta ele construa essa caminhada naturalmente.Nossa Guajará clama por uma mudança em todos os âmbitos, e talvez seja a hora de pensarmos na representatividade que podemos ter através de um homem que nunca desistiu de sua caminhada. Realmente, o povo Guajará-Mirense é um povo aguerrido que tem enfrentando tantas batalhas e ainda assim, não perdeu a vontade, o sonho de viver numa Guajará melhor. Sempre acredito numa frase: “Juntos somos mais fortes!”. Guajará-Mirim é sim a pérola formosa de tradições e uma cidade virtuosa que se reerguerá.Chegamos ao momento em que temos a oportunidade de fazer a diferença por Guajará e pensarmos que a possibilidade existe basta fazer o que é certo para nossa cidade. E termino com essa frase do Facebook do Dr. Wenceslau: “Seu voto tem o poder de mudar a realidade da nossa região. Mude com a gente”.
Fonte:Rondôniatotal.com
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DAS BARRANCAS DO PACAÁS À VICE-PRESIDÊNCIA DA OSR; EXTRATIVISTASE DESTACA E GANHA ESPAÇO
Nascido nos barrancos do majestoso Rio Pacaás Novos, no município de Guajará-Mirim, fronteira com a Bolívia, Ronaldo Ferreira Lins, o Lins, tem 52 anos de idade e é filho de Rômulo Lins, o Papacho, e Raimunda Ferreira Lins, pioneiros da região. Aos 14 anos mudou-se para Guajará-Mirim, mas nunca se afastou do berço natal matendo constante e permanente relação com aquela comunidade.
Serviu o,Exército Brasileiro no hoje 6° BIS tendo chegado à patente de 2° Sargento e em seguida indo para a reserva remunerada.
Sempre ligado às causas do povo extrativista, Lins iniciou uma luta heróica em favor daquele povo e com o objetivo de promover a igualdade social e econômica dos extrativistas, respeitando o meio ambiente e preservando nossa floresta. Dentre seus principios sempre esteve o de promover o bem estar social dos povos da floresta, através da 7valorização de seus produtos e da preservação ambiental.
A Assembleia Geral da Organização dos Seringueiros de Rondônia (OSR) também abriu espaço para emplacar novos nomes de extrativistas do município de Guajará-Mirim, graças aos esforços de Lins e seus companheiros, o que resultou com Ademir Melo de Souza, 1° Tesouseiro; Paulo da Silva Costa, 1• Conselheiro Fiscal; Maria Aparecida Gonçalves de Souza, Secretária da Mulher; Jorrana Rodrigues Pantoja, Secretária da Juventude; e José Avillaneda Amuntary, Secretário da Igualdade Racial.
Para o novo Vice-presidente da OSR, “É possível sim o homem viver em harmonia com a floresta, vivendo na floresta, da floresta e com a floresta”.
Fonte: Guajaráemfoco
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JAILTON DELOGO FALA QUE FILME HÁ SINAIS EMOCIONOU PORTO VELHO E REAFIRMOU A FORÇA DA INCLUSÃO.
Estreou, no último dia 27 de novembro, no Espaço Taperi, em Porto Velho, o filme Há Sinais, uma produção que já nasce histórica por colocar as pessoas com deficiência no centro da criação, da narrativa e da execução. Com grande parte da equipe formada por profissionais com deficiência auditiva, o curta demonstra com força e sensibilidade, que a arte acessível é não só possível, mas necessária.
A narrativa conta a trajetória de Marcelo, um jovem com deficiência auditiva que enfrenta as dores universais da vida, perdas, dúvidas, amadurecimento, somadas aos desafios da comunicação e da falta de inclusão. Na adolescência, ele perde o pai, o que aprofunda suas dificuldades, mas não o impede de avançar. Com resiliência, Marcelo supera barreiras que muitas vezes a sociedade nem percebe, trazendo as telas uma verdade que toca e ensina.
Um dos grandes méritos do filme é sua construção inteiramente em Libras. A câmera valoriza os gestos, a expressividade facial e a comunicação corporal, elementos centrais da linguagem desse público. A obra transforma o visual em sentimento e aproxima a plateia da riqueza dessa forma de diálogo.
Jailton ressalta que o filme transforma a linguagem visual, permitindo a compreensão, a profundidade da comunicação não verbal.
“Outro diferencial marcante é o cuidado em tornar a obra plenamente acessível também às pessoas com deficiência visual. Todas as cenas contam com recursos audiovisuais que descrevem ambientes, ações e emoções, garantindo que o filme seja compreendido em sua totalidade por quem depende da audiodescrição e inovam em um cenário onde o cinema raramente oferece oportunidades. Estão de parabéns o diretor Édio Wilians e o produtor Chicão Santos pela coragem e pelo compromisso com a inclusão.”, completou o Dr.
Vale lembrar que a produção gerou cerca de 43 empregos diretos e indiretos, abrindo espaços para profissionais com deficiência que raramente encontram portas abertas no mercado tradicional. Portanto, uma resposta contundente à falta de representatividade no cinema brasileiro.
O Momento da Inclusão, quadro reconhecido por destacar ações que ampliam a visibilidade das pessoas com deficiência, deu espaço especial à estreia do filme, reforçando sua relevância cultural e social.
A estreia no Espaço Taperi, localizado na Rua Franklin Tavares, 1357, no bairro Olaria, foi apenas o começo. A equipe planeja levar Há Sinais para o interior do estado, com exibições previstas em Guajará-Mirim e nos distritos de Porto Velho.
Há Sinais nasce como obra cinematográfica e cresce como manifesto de igualdade. Um lembrete de que, quando a inclusão é real, a arte floresce, e todos ganham.
Este filme chega como um recado poderoso, pois, quando a sociedade oferece espaço, o talento e humanidade aparecem. E a mensagem é clara, é possível vencer as dificuldades quando a acessibilidade deixa de ser exceção e passa a ser regra.
Se você deseja acompanhar ou saber mais sobre o tema “Pessoa com Deficiência”, basta acessar o perfil @jailtondelogo.
Fonte:Guajaraemfoco
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EXTRATIVISTAS MANTÊM TRADIÇÃO E ULTIMO CAFÉ DO ANO ACONTECE DIA 21
O Movimento Extrativista de Guajará-Mirim, que luta por conquistas e manutenção das tradições deste povo que era antes chamados de Seringueiros, há anos mantém um evento criado para reunir o povo extrativista e seus descentes em um Café dos Extrativistas realizado de forma compartilhada e normalmente uma vez por mês e pontos da cidade e, às vezes, nas áreas rural ou ribeirinha.
Para fechar o ano de 2025, a Coordenação do evento definiu para o próximo dia 21 deste mês de dezembro e no Clube da PM.
O site Guajará Notícias, que normalmente cobre o evento, parabeniza os líderes do movimento e destaca as figuras de José Maria dos Santos, José Wilson Lima, o Boneco, ambos da velha geração, e José Avilhaneda Amontari, Angélica Santos e tantos outros da nova geração, que lutam contra todas as dificuldades e obstáculos, para manter viva a chama do amor do seu povo na defesa de seus territórios e manutenção das tradições que fazem parte importante da nossa história.
Fonte:Guajaraemfoco
