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Vale a pena comprar ar-condicionado portátil?
Com a onda de calor intenso do final de 2023 no Brasil, já vimos algumas temperaturas quentes demais para o corpo humano. Ou seja, um ar-condicionado pode ser uma boa solução. Mas nem todo mundo pode instalar um aparelho em casa, e um ar-condicionado portátil fica como opção.
Ar-condicionado portátil: vale a pena?
Sim, desde que você entenda como ele funciona e realmente não possa instalar um ar-condicionado fixo. A grande vantagem dos modelos considerados portáteis é a facilidade de instalação, que dispensa obras em sua casa. Ou seja, se você mora de aluguel, por exemplo, pode levar consigo quando se mudar.
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Porém, é bom ter em mente que eles são menos eficientes que os modelos fixos. Em outras palavras, gastam mais energia para resfriar uma área menor. Ainda são muito melhores que um ventilador ou um climatizador em termos de reduzir temperaturas do local, é claro. Mas, se você puder instalar um ar-condicionado fixo, é mais indicado.
Vantagens e desvantagens
O ar-condicionado portátil tem vantagens e desvantagens em relação aos modelos split, que são os mais comuns do mercado atualmente. Além da maior facilidade de instalação e possibilidade até mesmo de trocar de ambiente, tem o preço final, geralmente mais em conta. Mas o portátil é menos eficiente que o ar-condicionado fixo.
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Vantagens
Como já mencionei, o ar-condicionado portátil é mais fácil de instalar que um ar-condicionado fixo — seja ele split, de duto ou de parede. Não há necessidade de quebrar parede ou fazer adaptações na casa: é só ligar o aparelho na tomada, levar o tubo flexível até a janela e fechar a fresta com as placas de vedação que acompanham o produto na caixa.
E isso leva à segunda grande vantagem: mobilidade. Você pode levar o ar-condicionado portátil para outros ambientes da casa, ou para outra casa. Porém, é bom ter em mente que os aparelhos são pesados e devem ser transportados sempre em pé. Apesar de serem portáteis, não são tão fáceis de movimentar.
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Outra questão é o preço, geralmente menor do que o de um ar-condicionado split. Não pelo valor que você paga ao comprar o aparelho, mas sim o total. Como não há necessidade de adaptação na sua casa, não há custos de instalação.
Desvantagens
Como tudo na vida, o ar-condicionado portátil também tem algumas desvantagens comparado aos modelos fixos. Entre elas está a menor eficiência, ou seja, ele demora um pouco mais para resfriar o ambiente. E isso comparando modelos com a mesma potência. Essa eficiência reflete também no consumo de energia, que é maior.
Outra questão é o barulho. Como o condensador fica na parte de dentro da casa, o ar-condicionado portátil faz mais ruído que um split. Além disso, ele precisa ficar mais próximo para você sentir o efeito, o que piora a questão do barulho.
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Por fim, apesar de ser portátil, não dá para instalar o aparelho em qualquer lugar do ambiente. Ele precisa ficar tão próximo de uma janela quanto o tubo extensor permitir. Senão, você vai resfriar o ambiente e jogar o ar quente de volta para o mesmo cômodo. E aí não vai adiantar nada.
Como funciona um ar-condicionado portátil
O ar-condicionado portátil funciona, basicamente, da mesma maneira que um modelo fixo. A diferença é um aparelho de peça única, com um condensador e um evaporador na mesma unidade. Ele capta o ar quente do ambiente, resfria, e devolve para reduzir a temperatura do local. E sua instalação é mais simples, e é possível até trocá-lo de ambiente.
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Para soltar o ar quente do lado de fora, o ar-condicionado portátil possui um tubo flexível. Você pode colocá-lo em uma porta ou uma janela, usando uma régua de vedação para fechar e evitar que o ar quente de fora atrapalhe o resfriamento.
Assim como todo ar-condicionado, os portáteis também acumulam água por conta do condensador. Para isso, os modelos mais novos possuem um reservatório interno, que deve ser esvaziado de vez em quando. Modelos mais antigos possuem um segundo reservatório de água, que é necessário para seu funcionamento.
https://canaltech.com.br/produtos/vale-a-pena-comprar-ar-condicionado-portatil-275789/
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DAS BARRANCAS DO PACAÁS À VICE-PRESIDÊNCIA DA OSR; EXTRATIVISTASE DESTACA E GANHA ESPAÇO
Nascido nos barrancos do majestoso Rio Pacaás Novos, no município de Guajará-Mirim, fronteira com a Bolívia, Ronaldo Ferreira Lins, o Lins, tem 52 anos de idade e é filho de Rômulo Lins, o Papacho, e Raimunda Ferreira Lins, pioneiros da região. Aos 14 anos mudou-se para Guajará-Mirim, mas nunca se afastou do berço natal matendo constante e permanente relação com aquela comunidade.
Serviu o,Exército Brasileiro no hoje 6° BIS tendo chegado à patente de 2° Sargento e em seguida indo para a reserva remunerada.
Sempre ligado às causas do povo extrativista, Lins iniciou uma luta heróica em favor daquele povo e com o objetivo de promover a igualdade social e econômica dos extrativistas, respeitando o meio ambiente e preservando nossa floresta. Dentre seus principios sempre esteve o de promover o bem estar social dos povos da floresta, através da 7valorização de seus produtos e da preservação ambiental.
A Assembleia Geral da Organização dos Seringueiros de Rondônia (OSR) também abriu espaço para emplacar novos nomes de extrativistas do município de Guajará-Mirim, graças aos esforços de Lins e seus companheiros, o que resultou com Ademir Melo de Souza, 1° Tesouseiro; Paulo da Silva Costa, 1• Conselheiro Fiscal; Maria Aparecida Gonçalves de Souza, Secretária da Mulher; Jorrana Rodrigues Pantoja, Secretária da Juventude; e José Avillaneda Amuntary, Secretário da Igualdade Racial.
Para o novo Vice-presidente da OSR, “É possível sim o homem viver em harmonia com a floresta, vivendo na floresta, da floresta e com a floresta”.
Fonte: Guajaráemfoco
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JAILTON DELOGO FALA QUE FILME HÁ SINAIS EMOCIONOU PORTO VELHO E REAFIRMOU A FORÇA DA INCLUSÃO.
Estreou, no último dia 27 de novembro, no Espaço Taperi, em Porto Velho, o filme Há Sinais, uma produção que já nasce histórica por colocar as pessoas com deficiência no centro da criação, da narrativa e da execução. Com grande parte da equipe formada por profissionais com deficiência auditiva, o curta demonstra com força e sensibilidade, que a arte acessível é não só possível, mas necessária.
A narrativa conta a trajetória de Marcelo, um jovem com deficiência auditiva que enfrenta as dores universais da vida, perdas, dúvidas, amadurecimento, somadas aos desafios da comunicação e da falta de inclusão. Na adolescência, ele perde o pai, o que aprofunda suas dificuldades, mas não o impede de avançar. Com resiliência, Marcelo supera barreiras que muitas vezes a sociedade nem percebe, trazendo as telas uma verdade que toca e ensina.
Um dos grandes méritos do filme é sua construção inteiramente em Libras. A câmera valoriza os gestos, a expressividade facial e a comunicação corporal, elementos centrais da linguagem desse público. A obra transforma o visual em sentimento e aproxima a plateia da riqueza dessa forma de diálogo.
Jailton ressalta que o filme transforma a linguagem visual, permitindo a compreensão, a profundidade da comunicação não verbal.
“Outro diferencial marcante é o cuidado em tornar a obra plenamente acessível também às pessoas com deficiência visual. Todas as cenas contam com recursos audiovisuais que descrevem ambientes, ações e emoções, garantindo que o filme seja compreendido em sua totalidade por quem depende da audiodescrição e inovam em um cenário onde o cinema raramente oferece oportunidades. Estão de parabéns o diretor Édio Wilians e o produtor Chicão Santos pela coragem e pelo compromisso com a inclusão.”, completou o Dr.
Vale lembrar que a produção gerou cerca de 43 empregos diretos e indiretos, abrindo espaços para profissionais com deficiência que raramente encontram portas abertas no mercado tradicional. Portanto, uma resposta contundente à falta de representatividade no cinema brasileiro.
O Momento da Inclusão, quadro reconhecido por destacar ações que ampliam a visibilidade das pessoas com deficiência, deu espaço especial à estreia do filme, reforçando sua relevância cultural e social.
A estreia no Espaço Taperi, localizado na Rua Franklin Tavares, 1357, no bairro Olaria, foi apenas o começo. A equipe planeja levar Há Sinais para o interior do estado, com exibições previstas em Guajará-Mirim e nos distritos de Porto Velho.
Há Sinais nasce como obra cinematográfica e cresce como manifesto de igualdade. Um lembrete de que, quando a inclusão é real, a arte floresce, e todos ganham.
Este filme chega como um recado poderoso, pois, quando a sociedade oferece espaço, o talento e humanidade aparecem. E a mensagem é clara, é possível vencer as dificuldades quando a acessibilidade deixa de ser exceção e passa a ser regra.
Se você deseja acompanhar ou saber mais sobre o tema “Pessoa com Deficiência”, basta acessar o perfil @jailtondelogo.
Fonte:Guajaraemfoco
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EXTRATIVISTAS MANTÊM TRADIÇÃO E ULTIMO CAFÉ DO ANO ACONTECE DIA 21
O Movimento Extrativista de Guajará-Mirim, que luta por conquistas e manutenção das tradições deste povo que era antes chamados de Seringueiros, há anos mantém um evento criado para reunir o povo extrativista e seus descentes em um Café dos Extrativistas realizado de forma compartilhada e normalmente uma vez por mês e pontos da cidade e, às vezes, nas áreas rural ou ribeirinha.
Para fechar o ano de 2025, a Coordenação do evento definiu para o próximo dia 21 deste mês de dezembro e no Clube da PM.
O site Guajará Notícias, que normalmente cobre o evento, parabeniza os líderes do movimento e destaca as figuras de José Maria dos Santos, José Wilson Lima, o Boneco, ambos da velha geração, e José Avilhaneda Amontari, Angélica Santos e tantos outros da nova geração, que lutam contra todas as dificuldades e obstáculos, para manter viva a chama do amor do seu povo na defesa de seus territórios e manutenção das tradições que fazem parte importante da nossa história.
Fonte:Guajaraemfoco
