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Benfica e Braga em duelo ‘quente’, FC Porto defende Taça no Estoril
O duelo ‘quente’ dos ‘oitavos’ da Taça de Portugal em futebol acontece quarta-feira, entre Benfica e Sporting de Braga, na Luz, um dia depois de o FC Porto prosseguir a defesa do título no reduto do Estoril Praia.
À semelhança do que ocorreu em 2022/23, ‘águias’ e ‘guerreiros do minho’ voltam a enfrentar-se na prova ‘rainha’, porém, agora, nos oitavos de final (a última vez foi no quartos de final) e em casa, às 20h45, depois de os ‘encarnados’ terem sido eliminados no Minho, nos penáltis.
Os lisboetas são os recordistas de troféus da Taça de Portugal, com um total de 26, embora o último tenha sido erguido em 2016/17, traduzindo-se numa ‘seca’ de seis épocas sem levantar a taça.
Quanto ao Sporting de Braga, esteve no Jamor na última temporada, mas perdeu com o FC Porto (2-0), naquela que foi a sua oitava final.
A equipa atualmente comandada por Artur Jorge conquistou três vezes a competição, a última em 2020/21, precisamente diante da formação benfiquista.
No sábado, os dois conjuntos acabaram como ‘humores’ distintos a ronda 16 da I Liga, já que o Benfica venceu por 3-0 em Arouca, reforçando o segundo lugar da I Liga, enquanto o Sporting de Braga deixou-se empatar em casa pelo Vitória de Guimarães no dérbi minhoto aos 90+8 minutos, falhando o assalto ao pódio.
Lesionados
O Benfica não deverá contar na quarta-feira com os lesionados Bah, Bernat, David Neres e Tengstedt, enquanto o Sporting de Braga não tem Banza, o melhor marcador da I Liga, e Niakaté, que já partiram para a CAN.
O 19 vezes vencedor do troféu FC Porto volta a encontrar os ‘canarinhos’, finalistas na Taça em 1943/44, esta temporada pela terceira vez, e, surpreendentemente, ainda a tentar levar a melhor, já que foi ao ‘tapete’ duas vezes.
Primeiro, por 1-0, para a 10.ª ronda da I Liga, no Dragão, e, depois, por 3-1, na Amoreira, local do desafio de terça-feira, que ditou o afastamento dos ‘dragões’ da ‘final four’ da Taça da Liga.
Além do central Marcano, há vários meses ausente, o treinador Sérgio Conceição não terá à disposição o iraniano Taremi e o nigeriano Zaidu, ambos ao serviço das respetivas seleções, com a equipa a viajar para Lisboa a precisar de reagir, depois do empate a um golo no dérbi da Invicta, contra o Boavista.
O Sporting, que tem no museu 17 exemplares da Taça de Portugal, a última referente a 2018/19, é o primeiro dos ‘grandes’ a entrar em campo e terá, à partida, a tarefa mais acessível, já que recebe, em Alvalade, duas horas antes do Estoril Praia-FC Porto, o Tondela, da II Liga, depois de na última eliminatória ter ‘esmagado’ o Dumiense, do Campeonato de Portugal, por 8-0.
A equipa treinada por Rúben Amorim, líder do campeonato e motivada pela goleada imposta na sexta-feira ao Estoril Praia (5-1), deve apresentar-se com um ‘onze’ composto por algumas ‘caras’ menos utilizadas, com o capitão Coates a espreitar o regresso, depois de quatro jogos de fora.
Certas são as ausências de Diomande, Geny Catamo e Morita, os três a representar as seleções nacionais, e os lesionados Fresneda e St. Juste.
Do outro lado, vai estar o atual sétimo colocado do segundo escalão, que há duas épocas chegou mesmo ao Jamor, naquela que foi a sua melhor prestação de sempre, e já este ano perdeu com os ‘leões’ (2-1), mas para a Taça da Liga.
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De resto, o Vitória de Guimarães, uma vez vencedor e seis vezes finalista vencido, é o anfitrião do Penafiel, do segundo escalão, naquele que será o último desafio dos ‘oitavos’, na quinta-feira, a partir das 20h15, com Vizela e Arouca a protagonizarem mais um duelo entre primodivisionários, na quarta-feira, pelas 20h00.
Na quarta-feira, em Barcelos, às 19h15, o Gil Vicente, depois de perder por 1-0 ante o Farense, recebe o Amarante, único representante do quarto escalão, enquanto, entre emblemas da II Liga, a União de Leiria desloca-se à Madeira para medir forças com o Marítimo e o Nacional viaja até aos Açores para discutir um lugar na próxima fase com o Santa Clara.
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DAS BARRANCAS DO PACAÁS À VICE-PRESIDÊNCIA DA OSR; EXTRATIVISTASE DESTACA E GANHA ESPAÇO
Nascido nos barrancos do majestoso Rio Pacaás Novos, no município de Guajará-Mirim, fronteira com a Bolívia, Ronaldo Ferreira Lins, o Lins, tem 52 anos de idade e é filho de Rômulo Lins, o Papacho, e Raimunda Ferreira Lins, pioneiros da região. Aos 14 anos mudou-se para Guajará-Mirim, mas nunca se afastou do berço natal matendo constante e permanente relação com aquela comunidade.
Serviu o,Exército Brasileiro no hoje 6° BIS tendo chegado à patente de 2° Sargento e em seguida indo para a reserva remunerada.
Sempre ligado às causas do povo extrativista, Lins iniciou uma luta heróica em favor daquele povo e com o objetivo de promover a igualdade social e econômica dos extrativistas, respeitando o meio ambiente e preservando nossa floresta. Dentre seus principios sempre esteve o de promover o bem estar social dos povos da floresta, através da 7valorização de seus produtos e da preservação ambiental.
A Assembleia Geral da Organização dos Seringueiros de Rondônia (OSR) também abriu espaço para emplacar novos nomes de extrativistas do município de Guajará-Mirim, graças aos esforços de Lins e seus companheiros, o que resultou com Ademir Melo de Souza, 1° Tesouseiro; Paulo da Silva Costa, 1• Conselheiro Fiscal; Maria Aparecida Gonçalves de Souza, Secretária da Mulher; Jorrana Rodrigues Pantoja, Secretária da Juventude; e José Avillaneda Amuntary, Secretário da Igualdade Racial.
Para o novo Vice-presidente da OSR, “É possível sim o homem viver em harmonia com a floresta, vivendo na floresta, da floresta e com a floresta”.
Fonte: Guajaráemfoco
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JAILTON DELOGO FALA QUE FILME HÁ SINAIS EMOCIONOU PORTO VELHO E REAFIRMOU A FORÇA DA INCLUSÃO.
Estreou, no último dia 27 de novembro, no Espaço Taperi, em Porto Velho, o filme Há Sinais, uma produção que já nasce histórica por colocar as pessoas com deficiência no centro da criação, da narrativa e da execução. Com grande parte da equipe formada por profissionais com deficiência auditiva, o curta demonstra com força e sensibilidade, que a arte acessível é não só possível, mas necessária.
A narrativa conta a trajetória de Marcelo, um jovem com deficiência auditiva que enfrenta as dores universais da vida, perdas, dúvidas, amadurecimento, somadas aos desafios da comunicação e da falta de inclusão. Na adolescência, ele perde o pai, o que aprofunda suas dificuldades, mas não o impede de avançar. Com resiliência, Marcelo supera barreiras que muitas vezes a sociedade nem percebe, trazendo as telas uma verdade que toca e ensina.
Um dos grandes méritos do filme é sua construção inteiramente em Libras. A câmera valoriza os gestos, a expressividade facial e a comunicação corporal, elementos centrais da linguagem desse público. A obra transforma o visual em sentimento e aproxima a plateia da riqueza dessa forma de diálogo.
Jailton ressalta que o filme transforma a linguagem visual, permitindo a compreensão, a profundidade da comunicação não verbal.
“Outro diferencial marcante é o cuidado em tornar a obra plenamente acessível também às pessoas com deficiência visual. Todas as cenas contam com recursos audiovisuais que descrevem ambientes, ações e emoções, garantindo que o filme seja compreendido em sua totalidade por quem depende da audiodescrição e inovam em um cenário onde o cinema raramente oferece oportunidades. Estão de parabéns o diretor Édio Wilians e o produtor Chicão Santos pela coragem e pelo compromisso com a inclusão.”, completou o Dr.
Vale lembrar que a produção gerou cerca de 43 empregos diretos e indiretos, abrindo espaços para profissionais com deficiência que raramente encontram portas abertas no mercado tradicional. Portanto, uma resposta contundente à falta de representatividade no cinema brasileiro.
O Momento da Inclusão, quadro reconhecido por destacar ações que ampliam a visibilidade das pessoas com deficiência, deu espaço especial à estreia do filme, reforçando sua relevância cultural e social.
A estreia no Espaço Taperi, localizado na Rua Franklin Tavares, 1357, no bairro Olaria, foi apenas o começo. A equipe planeja levar Há Sinais para o interior do estado, com exibições previstas em Guajará-Mirim e nos distritos de Porto Velho.
Há Sinais nasce como obra cinematográfica e cresce como manifesto de igualdade. Um lembrete de que, quando a inclusão é real, a arte floresce, e todos ganham.
Este filme chega como um recado poderoso, pois, quando a sociedade oferece espaço, o talento e humanidade aparecem. E a mensagem é clara, é possível vencer as dificuldades quando a acessibilidade deixa de ser exceção e passa a ser regra.
Se você deseja acompanhar ou saber mais sobre o tema “Pessoa com Deficiência”, basta acessar o perfil @jailtondelogo.
Fonte:Guajaraemfoco
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EXTRATIVISTAS MANTÊM TRADIÇÃO E ULTIMO CAFÉ DO ANO ACONTECE DIA 21
O Movimento Extrativista de Guajará-Mirim, que luta por conquistas e manutenção das tradições deste povo que era antes chamados de Seringueiros, há anos mantém um evento criado para reunir o povo extrativista e seus descentes em um Café dos Extrativistas realizado de forma compartilhada e normalmente uma vez por mês e pontos da cidade e, às vezes, nas áreas rural ou ribeirinha.
Para fechar o ano de 2025, a Coordenação do evento definiu para o próximo dia 21 deste mês de dezembro e no Clube da PM.
O site Guajará Notícias, que normalmente cobre o evento, parabeniza os líderes do movimento e destaca as figuras de José Maria dos Santos, José Wilson Lima, o Boneco, ambos da velha geração, e José Avilhaneda Amontari, Angélica Santos e tantos outros da nova geração, que lutam contra todas as dificuldades e obstáculos, para manter viva a chama do amor do seu povo na defesa de seus territórios e manutenção das tradições que fazem parte importante da nossa história.
Fonte:Guajaraemfoco
