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Mourão e Gilvan da Federal discutem por causa de Dino: “Aqui é braço”

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Deputado criticou o senador por ter abraçado o ministro da Justiça na sabatina pelo STF; bate boca aconteceu no plenário do Congresso

O deputado federal Gilvan da Federal (PL-ES) e o senador e ex-vice-presidente da República Hamilton Mourão (Republicanos-RS) discutiram no plenário do Congresso Nacional nesta 3ª feira (19.dez.2023). O motivo seria a publicação de um vídeo do deputado criticando um abraço de Mourão ao ministro da Justiça, Flávio Dino.

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“Você acha que eu tenho medo do senhor porque o senhor é general?”, questionou Gilvan. Mourão respondeu: “Aqui é braço”, e apontou para o bíceps.

Ao Poder360, Gilvan da Federal afirmou que a declaração de Mourão “foi uma ameaça” para intimidá-lo. “Mas não me intimido com Judas”, disse o deputado. Por fim, ele chamou o senador de “general melancia”. O termo é usado para descrever militares que estariam alinhados à esquerda, com a cor verde (por fora) do uniforme, mas vermelho (por dentro).

Nas imagens, Mourão disse que Gilvan poderia ter falado com ele antes da publicação do vídeo. E declarou: “Você não me conhece”. O deputado afirmou que, como Mourão foi vice-presidente do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), “não era nem para [o senador] olhar na cara” de Dino.

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Seguranças do local ajudaram a distanciar os congressistas. E ao sair de perto do Senador, o deputado voltou a repetir: “Você foi vice-presidente do Bolsonaro, tinha que ter honra”.

Gilvan compartilhou o vídeo do momento em suas redes sociais e disse não aceitar “judas”. E declarou: “Políticos que se elegem com voto de eleitores de Bolsonaro e depois nos traem, não merecem respeito”.

Assista (1min38s):

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O motivo

Na 5ª feira (14.dez), o deputado publicou um vídeo em seu perfil criticando o ex-vice-presidente por ter abraçado Dino durante a sabatina do ministro da Justiça na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado para a vaga no STF (Supremo Tribunal Federal) na 4ª feira (13.dez). “Às 11h34 o senador Mourão abraçou, beijou e riu com Flávio Dino”, afirmou Gilvan.

O deputado declarou estar com “nojo” e “asco” do Congresso e disse que na Casa Alta e na Casa Baixa “tem muita gente” que “é um bando de prostitutas”. O senador Sergio Moro  (União Brasil-PR) também abraçou o ministro e foi criticado.

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Assista (1min34s):

O Poder360 entrou em contato com o senador Hamilton Mourão, mas o congressista não quis se manifestar sobre o ocorrido.

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https://www.poder360.com.br/congresso/mourao-e-gilvan-da-federal-discutem-por-causa-de-dino-aqui-e-braco/

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DAS BARRANCAS DO PACAÁS À VICE-PRESIDÊNCIA DA OSR; EXTRATIVISTASE DESTACA E GANHA ESPAÇO

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Nascido nos barrancos do majestoso Rio Pacaás Novos, no município de Guajará-Mirim, fronteira com a Bolívia, Ronaldo Ferreira Lins, o Lins, tem 52 anos de idade e é filho de Rômulo Lins, o Papacho, e Raimunda Ferreira Lins, pioneiros da região. Aos 14 anos mudou-se para Guajará-Mirim, mas nunca se afastou do berço natal matendo constante e permanente relação com aquela comunidade.
Serviu o,Exército Brasileiro no hoje 6° BIS tendo chegado à patente de 2° Sargento e em seguida indo para a reserva remunerada.
Sempre ligado às causas do povo extrativista, Lins iniciou uma luta heróica em favor daquele povo e com o objetivo de promover a igualdade social e econômica dos extrativistas, respeitando o meio ambiente e preservando nossa floresta. Dentre seus principios sempre esteve o de promover o bem estar social dos povos da floresta, através da 7valorização de seus produtos e da preservação ambiental.
A Assembleia Geral da Organização dos Seringueiros de Rondônia (OSR) também abriu espaço para emplacar novos nomes de extrativistas do município de Guajará-Mirim, graças aos esforços de Lins e seus companheiros, o que resultou com Ademir Melo de Souza, 1° Tesouseiro; Paulo da Silva Costa, 1• Conselheiro Fiscal; Maria Aparecida Gonçalves de Souza, Secretária da Mulher; Jorrana Rodrigues Pantoja, Secretária da Juventude; e José Avillaneda Amuntary, Secretário da Igualdade Racial.
Para o novo Vice-presidente da OSR, “É possível sim o homem viver em harmonia com a floresta, vivendo na floresta, da floresta e com a floresta”.

Fonte: Guajaráemfoco

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JAILTON DELOGO FALA QUE FILME HÁ SINAIS EMOCIONOU PORTO VELHO E REAFIRMOU A FORÇA DA INCLUSÃO.

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Estreou, no último dia 27 de novembro, no Espaço Taperi, em Porto Velho, o filme Há Sinais, uma produção que já nasce histórica por colocar as pessoas com deficiência no centro da criação, da narrativa e da execução. Com grande parte da equipe formada por profissionais com deficiência auditiva, o curta demonstra com força e sensibilidade, que a arte acessível é não só possível, mas necessária.

A narrativa conta a trajetória de Marcelo, um jovem com deficiência auditiva que enfrenta as dores universais da vida, perdas, dúvidas, amadurecimento, somadas aos desafios da comunicação e da falta de inclusão. Na adolescência, ele perde o pai, o que aprofunda suas dificuldades, mas não o impede de avançar. Com resiliência, Marcelo supera barreiras que muitas vezes a sociedade nem percebe, trazendo as telas uma verdade que toca e ensina.

Um dos grandes méritos do filme é sua construção inteiramente em Libras. A câmera valoriza os gestos, a expressividade facial e a comunicação corporal, elementos centrais da linguagem desse público. A obra transforma o visual em sentimento e aproxima a plateia da riqueza dessa forma de diálogo.

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Jailton ressalta que o filme transforma a linguagem visual, permitindo a compreensão, a profundidade da comunicação não verbal.

“Outro diferencial marcante é o cuidado em tornar a obra plenamente acessível também às pessoas com deficiência visual. Todas as cenas contam com recursos audiovisuais que descrevem ambientes, ações e emoções, garantindo que o filme seja compreendido em sua totalidade por quem depende da audiodescrição e inovam em um cenário onde o cinema raramente oferece oportunidades. Estão de parabéns o diretor Édio Wilians e o produtor Chicão Santos pela coragem e pelo compromisso com a inclusão.”, completou o Dr.

Vale lembrar que a produção gerou cerca de 43 empregos diretos e indiretos, abrindo espaços para profissionais com deficiência que raramente encontram portas abertas no mercado tradicional. Portanto, uma resposta contundente à falta de representatividade no cinema brasileiro.

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O Momento da Inclusão, quadro reconhecido por destacar ações que ampliam a visibilidade das pessoas com deficiência, deu espaço especial à estreia do filme, reforçando sua relevância cultural e social.

A estreia no Espaço Taperi, localizado na Rua Franklin Tavares, 1357, no bairro Olaria, foi apenas o começo. A equipe planeja levar Há Sinais para o interior do estado, com exibições previstas em Guajará-Mirim e nos distritos de Porto Velho.

Há Sinais nasce como obra cinematográfica e cresce como manifesto de igualdade. Um lembrete de que, quando a inclusão é real, a arte floresce, e todos ganham.

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Este filme chega como um recado poderoso, pois, quando a sociedade oferece espaço, o talento e humanidade aparecem. E a mensagem é clara, é possível vencer as dificuldades quando a acessibilidade deixa de ser exceção e passa a ser regra.

Se você deseja acompanhar ou saber mais sobre o tema “Pessoa com Deficiência”, basta acessar o perfil @jailtondelogo.

Fonte:Guajaraemfoco

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EXTRATIVISTAS MANTÊM TRADIÇÃO E ULTIMO CAFÉ DO ANO ACONTECE DIA 21

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O Movimento Extrativista de Guajará-Mirim, que luta por conquistas e manutenção das tradições deste povo que era antes chamados de Seringueiros, há anos mantém um evento criado para reunir o povo extrativista e seus descentes em um Café dos Extrativistas realizado de forma compartilhada e normalmente uma vez por mês e pontos da cidade e, às vezes, nas áreas rural ou ribeirinha.
Para fechar o ano de 2025, a Coordenação do evento definiu para o próximo dia 21 deste mês de dezembro e no Clube da PM.
O site Guajará Notícias, que normalmente cobre o evento, parabeniza os líderes do movimento e destaca as figuras de José Maria dos Santos, José Wilson Lima, o Boneco, ambos da velha geração, e José Avilhaneda Amontari, Angélica Santos e tantos outros da nova geração, que lutam contra todas as dificuldades e obstáculos, para manter viva a chama do amor do seu povo na defesa de seus territórios e manutenção das tradições que fazem parte importante da nossa história.

Fonte:Guajaraemfoco

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