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Coleta de lixo hospitalar acumulado deve ser reiniciada até o fim de janeiro em Guajará-Mirim.

Lixo não é coletado desde julho de 2017 no Hospital Regional e postos de saúde. Semsau diz que contrato foi renovado em dezembro e problema será resolvido.

Sem coleta de lixo hospitalar há quase seis meses no Hospital Regional e postos de saúde de Guajará-Mirim (RO), a cerca de 330 quilômetros de Porto Velho, a Secretaria Municipal de Saúde (Semsau) anunciou nesta semana que o problema deve ser resolvido até o final deste mês, já que o contrato com a empresa responsável pelo serviço já foi renovado no último mês de dezembro. A última coleta foi feita antes do mês de julho de 2017 e desde então, as unidades do município têm acumulado o lixo em depósitos e locais improvisados.

Apesar de o contrato ter sido renovado com a empresa, até agora nenhum material foi recolhido. Segundo a Semsau, a previsão é que o serviço seja normalizado o mais rápido possível, porém, o órgão não divulgou uma data específica para as coletas. O contrato prevê o pagamento de R$ 32 mil quando as coletas de lixo hospitalar acumulado sejam concluídas.

Procurado, o vice-prefeito e atual secretário municipal de saúde, Davino Serrath (PMN), explicou que o recolhimento deveria ser realizado a cada 15 dias, mas o contrato com a empresa responsável pelo serviço não foi renovado porque não houve acordo no valor pedido. O acordo só aconteceu em dezembro, quando o contrato foi novamente firmado.

“Houve falhas de ambos os lados, tanto da parte da empresa sabendo que tem o compromisso e da parte técnica da prefeitura que deveria ter resolvido a situação. Temos que estar atentos, mas vai ser resolvido”, afirmou Serrath.

Hospital Regional e postos de saúde

Um dos postos de saúde que está com o lixo hospitalar acumulado há quase seis meses é o Carlos Chagas, situado no Bairro Almirante Tamandaré, que atende dezenas de pacientes diariamente.

Um dos postos de saúde que está com o lixo hospitalar acumulado é o Carlos Chagas (Foto: Leile Ribeiro/Arquivo pessoal )

De acordo com a diretora do Carlos Chagas, Eligiomara Porfírio, o material descartado está sendo armazenado em um local improvisado desde a última coleta, antes de julho do ano passado. Outro problema grave é que a pilha de sacos de lixo hospitalar está próxima ao consultório onde são feitos os procedimentos odontológicos.

“O lixo é perfurocortantes, pois na unidade são feitos testes rápidos, coletas de exames preventivos de câncer de colo uterino (PCCU). Isso representa um risco para a saúde dos pacientes e funcionários, além do risco para o meio ambiente também. O mau cheiro chega até o centro odontológico e tem dias que os atendimentos são suspensos por conta disso”, declarou a servidora.

Além dos postos de saúde, o Hospital Regional também está com o mesmo problema, onde os depósitos já estão no limite para armazenar o lixo hospitalar, que pode estar contaminado.

Reclamação dos pacientes

Para os pacientes, a situação é de completo descaso com a saúde. A dona de casa Ana Fontinele, que foi até o Carlos Chagas fazer exames diz que o mau cheiro é forte e incomoda quem chega no prédio. “Horrível, um odor muito forte. O lixo está só acumulando e ninguém toma uma providência, quem é o maior prejudicado com tudo isso é o morador”, desabafa a mulher.

Fonte: G1/RO/JUNIOR FREITAS

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