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Dr. Neidson e Cícero Noronha cumprem agenda para tratar do novo Hospital Regional de Guajará-Mirim

Dr. Neidson e Cícero Noronha cumprem agenda para tratar do novo Hospital Regional de Guajará-Mirim
Na Quarta-Feira (4), no Centro Político Administrativo (CPA), o deputado Dr. Neidson (PMN) acompanhado do prefeito de Guajará-Mirim, Cícero Noronha (DEM) esteve na Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) para dar continuidade às tratativas referentes ao Hospital Regional Perpétuo Socorro.

De acordo com o parlamentar, a transição do Hospital Regional para as novas instalações da unidade, ainda depende de alguns aspectos, que foram tratados na reunião com o secretário da Sesau, Williames Pimentel.

Entre os pontos discutidos, Dr. Neidson e Cícero Noronha trataram sobre os aspectos financeiros para investimentos no novo hospital, assim como o apoio do governo federal, a participação do corpo de funcionários do município de Guajará-Mirim, do Estado, de Nova Mamoré e sobre recursos da Média e Alta Complexidade (MAC).

Segundo Dr. Neidson, em geral, a reunião deu continuidade a assuntos que já vêm sendo tratados e discutidos há alguns meses com o governo do Estado, a Assembleia Legislativa, bancada federal de Rondônia, prefeitura e vereadores de Guajará-Mirim, prefeitura e câmara de Guayaramerin, cônsules brasileiros e bolivianos, secretários de saúde tanto de Rondônia como da cidade boliviana e representantes do governo do Departamento do Beni.

Para o prefeito Cícero Noronha, as tratativas já avançaram significativamente e as expectativas para o início do funcionamento do novo Hospital Regional Perpétuo Socorro são as melhores. Dr. Neidson informou que uma agenda em Brasília, com o Ministério da Saúde, já está marcada para debater, entre outros aspectos, a questão fronteiriça de Guajará-Mirim.

Uma das preocupações dos representantes da cidade é referente à quantidade de pacientes oriundos das cidades bolivianas de Guayaramerin, Riberalta e Trinidad, que procuram atendimento médico no município brasileiro sem que a prefeitura receba qualquer repasse do governo federal.

“Até porque nós não temos controle, uma vez que o paciente boliviano não tem cartão SUS, o que não nos dá direito a receber repasse do sistema, assim como também não recebemos das prefeituras das cidades do país vizinho. Geralmente esses pacientes não são apenas de atendimento programado, muitos chegam em busca de medicamentos para malária, hepatites e outras doenças que têm o tratamento amparado pelos nossos programas”, explicou Noronha.

Dr. Neidson ressaltou que outra preocupação corresponde aos pacientes bolivianos que chegam a Guajará-Mirim em estado gravíssimo, principalmente vítimas de acidentes com lesões vertebrais, cranianas ou fraturas diversas. E segundo o parlamentar, para agravar ainda mais o quadro, recentemente começaram a mandar pacientes crianças para tratamento em Guajará.

“E nós não temos estrutura de UTI, muito menos de UTI pediátrica e nem profissionais para essa especialidade. Esses pacientes podem vir a óbito nas dependências do nosso hospital, e isso nos preocupa muito. Em outros casos, também corremos o risco de receber doenças que não são naturais da nossa região. Guajará-Mirim está pagando essa conta sozinha e tudo isso será apresentado e discutido em Brasília”, informou Dr. Neidson.

O deputado ressaltou que as autoridades bolivianas têm total ciência sobre a demanda que representam para Guajará. Por fim, Dr. Neidson informou que o governo de Rondônia já está fazendo um planejamento estratégico, junto a Prefeitura de Guajará-Mirim para cobrar do Ministério da Saúde, o aporte financeiro previsto para o orçamento da União, ainda deste ano, para que o hospital possa ser inaugurado em 2018, já contando com dotação orçamentária.

ALE/RO – DECOM – Assessoria 
Foto: Assessoria

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FONTE:ASCOM Comentários do Facebook Comentários

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