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BALANÇO DOS 90 DIAS DA ADMINISTRAÇÃO NORONHA/SERRATHE

Após vencerem a eleição suplementar de 02 de abril de 2017, quando o eleitorado guajaramirense sufragou seus nomes nas urnas, com mais de 10 mil votos – 3 mil a mais que seus adversários – os jovens Cícero Alves de Noronha Filho (DEM) e Davino Gomes Serrath (PMN), assumiram o Palácio Pérola do Mamoré, respectivamente como prefeito e vice-prefeito, no dia 22 do mesmo mês de abril.

Mesmo com todas as dificuldades apresentadas pelo município, fruto de administrações anteriores omissas ou inertes, fato que ocorre há décadas, os dois novos eleitos debruçaram-se sobre o rol de problemas carentes de soluções rápidas e eficazes e estão cumprindo com seus compromissos de campanha e, nesses primeiros noventa dias, têm lutado pela busca de soluções e encaminhamento desses problemas hereditários e herdados de décadas passadas.

Dentre os diversos problemas herdados, há o da redução dos recursos destinados aos municípios brasileiros, sendo o mais expressivo o FPM (Fundo de Participação dos Municípios), previsto na Constituição Federal de 1988, fonte de sobrevivência para as pequenas cidades.

Dívidas com entes federais, como o INSS, por exemplo, o excesso de gasto com pessoal, cujo limite mensal extrapola e fere a LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal). A crise econômica que castiga o País gera desemprego e reduz os recursos do caixa da União, dos Estados e dos Municípios.

O Salário Mínimo e o Piso Nacional do Magistério quando reajustados causam o efeito cascata sobre o cofre da Prefeitura. Eles crescem desproporcionalmente ao orçamento da prefeitura. Outro grave problema enfrentado pelo município diz respeito ao subfinanciamento de programas federais, dentre eles o custo da merenda escolar e o custeio do PSF (Programa Saúde da Família). Nos últimos anos há uma enorme defasagem dos valores, o que causa grande prejuízo à prefeitura.

Conquanto as ações do município sejam sufocadas por esses e outros graves problemas, de igual ou maior monta, prefeito e vice fazem jus aos compromissos assumidos durante a campanha política e lutam com todos os esforços para contornar tais problemas.

Como normalmente ocorre nos últimos anos, Noronha e Davino receberam uma prefeitura carente de máquinas e equipamentos prontos para o uso diário e com sérios problemas na área da Saúde, o calcanhar de Aquiles de uma administração pública. Arregaçaram as “mangas” e tomaram medidas impopulares até, mas com base no que diz o velho refrão: “para tratar o doente, o remédio tem que ser amargo”.

A dupla destaca o apoio dos vereadores da cidade, a quem chamam de “parceiros”, na luta para resgatar a história do município e a autoestima do nosso povo.

Fiéis, pois, aos compromissos assumidos, Noronha e Davino seguem a trajetória de luta.

Que a população possa avaliar corretamente esses primeiros 90 dias da Administração Municipal que, no nosso entender, é positiva.

*Administrador, Jornalista e Radialista

*Aluizio da Silva

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