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Guajará-Mirim fica com apenas uma ambulância para atender 40 mil moradores

O Hospital Regional Perpétuo Socorro está com apenas uma ambulância disponível para atender os mais de 40 mil moradores de Guajará-Mirim (RO), a 330 quilômetros de Porto Velho. Conforme o poder executivo, a unidade já enfrenta o problema há duas semanas, pois as outras duas ambulâncias da cidade estão quebradas e aguardam a chegada de novas peças para que os consertos sejam feitos.

Com aproximadamente 47 mil habitantes, o município tem apenas dois hospitais para atender toda a população, sendo que um deles é particular.

Já o Hospital Regional atende pacientes das áreas urbana e rural, além dos distritos próximos, Nova Mamoré (RO) e bolivianos que atravessam a fronteira para receberem atendimento médico do lado brasileiro.

Em entrevista à Rede Amazônica na semana passada, o atual secretário municipal de saúde (Semsau), Elias Palhano, disse que o problema da falta de ambulâncias seria resolvido até o último final de semana, mas até esta terça-feira (13) a situação ainda não havia sido resolvida e as duas ambulâncias permaneciam guardadas em uma oficina.

“Nós temos uma rotatividade muito grande das ambulâncias, sendo que cada uma roda até 10 mil quilômetros por mês, então acabam estragando mesmo. No hospital temos quatro ambulâncias, sendo que uma é neo natal e não pode rodar com adultos, duas estão quebradas e uma está em trânsito. O problema maior é que as peças têm que ser pedidas de outras cidades, então demora bastante”, disse o secretário no último dia 8.

Na ocasião, Elias também alegou que o hospital faz uma triagem dos pacientes em situações mais graves para definir a ordem das viagens para Porto Velho. A ambulância chega a fazer até três viagens diárias para a capital.

Duas ambulâncias estão paradas e aguardam chegada de peças para conserto (Foto: Júnior Freitas/G1)

Duas ambulâncias estão paradas e aguardam chegada de peças para conserto (Foto: Júnior Freitas/G1)

“Todo paciente que chega é estabilizado e fica aguardando a Rue liberar para que a viagem seja feita. O paciente só é liberado para a viagem depois que a Regulação de Urgência e Emergência (Rue) analisa a gravidade do estado clínico”, explicou o servidor.

Até o fechamento desta reportagem a ambulância já havia feito duas viagens para transportar pacientes até Porto Velho.

A previsão da Semsau é que as outras duas ambulâncias quebradas sejam consertadas nos próximos dias, mas sem uma data específica para serem colocadas novamente em circulação.

Fonte: G1 RO

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