Home / POLÍTICA / Hospital Regional foi interditado pela Justiça em setembro de 2016. Unidade estava sendo administrada por uma equipe temporária do Estado.

Hospital Regional foi interditado pela Justiça em setembro de 2016. Unidade estava sendo administrada por uma equipe temporária do Estado.

Justiça realizou uma audiência, nesta terça-feira (9), para discutir as próximas ações quanto a administração e funcionamento do Hospital Regional Perpétuo Socorro, em Guajará-Mirim (RO), cidade distante a cerca de 330 quilômetros de Porto Velho. Na ocasião, foi decidido que a unidade volta a ser administrada pelo munícipio, após 236 dias sob uma interdição judicial e administração do estado.

A reunião foi realizada no Fórum Nelson Hungria e contou com a participação do Juiz Paulo José do Nascimento Fabrício, o Promotor Samuel Alvarenga e também do Secretário Adjunto de Saúde do Estado, Luís Eduardo Maiorquin.

Participaram do encontro o prefeito eleito em abril, Cícero Noronha (DEM), e o vice de Guajará-Mirim, Davino Serrath (PMN), além do prefeito de Nova Mamoré (RO) Claudionor Leme, equipe de administração temporária do hospital e o secretário municipal de Saúde (Semsau), Elias Palhano.

Ao G1, o prefeito Cícero Noronha disse que o processo de transição vai durar aproximadamente três meses e, que nesse período, a unidade será acompanhada de perto pelo governo estadual. Segundo Noronha, uma nova equipe para administrar o Hospital Regional já foi montada.

“Após essa audiência ficou decidido o retorno do comando do Hospital Regional para o município com acompanhamento de um processo de transição de 90 dias com acompanhamento do Estado. No decorrer desse tempo, o Governo do Estado deverá acompanhar os trabalhos administrativos e dar apoio com materiais e medicamentos. Temos uma nova equipe de administração da unidade que será coordenada pelo secretário municipal de saúde com nosso aval”, declarou Noronha.

 O Secretário Adjunto de Saúde do Estado, Luís Eduardo Maiorquin, falou sobre o próximo passo e das expectativas para a administração municipal.

“O prefeito montou a sua equipe e entendo que será eficiente e técnica. Acredito que a partir de agora, o hospital tende a melhorar sua eficiência, é o que esperamos. Estamos de portas abertas para auxiliar no que for necessário nessa nova administração”, comentou o servidor.

Interdição da Justiça e administração temporária

Após ser interditado pela Justiça, o hospital começou a ser administrado por uma equipe temporária do Estado no dia 15 de setembro de 2016. O prazo inicial para a administração era de 120 dias, terminando no último dia 7 de janeiro.

Quando o prazo chegou ao fim, a Justiça prorrogou a intervenção estadual por mais 120 dias porque o município não tinha um prefeito eleito porque o candidato mais votado em 2016 foi indeferido pelo TRE.

Fonte: G1 RO

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